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<oembed><version>1.0</version><provider_name>Tempo &#xE9; vida</provider_name><provider_url>https://divulga.unila.edu.br/tempoevida</provider_url><author_name>weber.takaki</author_name><author_url>https://divulga.unila.edu.br/tempoevida/author/weber/</author_url><title>Reten&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria aguda - Tempo &#xE9; vida</title><type>rich</type><width>600</width><height>338</height><html>&lt;blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="pxUvnopIzT"&gt;&lt;a href="https://divulga.unila.edu.br/tempoevida/2022/12/26/retencao-urinaria-aguda/"&gt;Reten&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria aguda&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;iframe sandbox="allow-scripts" security="restricted" src="https://divulga.unila.edu.br/tempoevida/2022/12/26/retencao-urinaria-aguda/embed/#?secret=pxUvnopIzT" width="600" height="338" title="&#x201C;Reten&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria aguda&#x201D; &#x2014; Tempo &#xE9; vida" data-secret="pxUvnopIzT" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" class="wp-embedded-content"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;script&gt;
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</html><description>INFORMA&#xC7;&#xD5;ES GERAIS Defini&#xE7;&#xE3;o &#x2013; A reten&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria aguda (RUA) &#xE9; a incapacidade de urinar voluntariamente e &#xE9; a emerg&#xEA;ncia urol&#xF3;gica mais comum. Nos homens, a RUA &#xE9; mais frequentemente secund&#xE1;ria &#xE0; hiperplasia prost&#xE1;tica benigna (HPB). A RUA &#xE9; rara em mulheres. Uma variedade de mecanismos fisiopatol&#xF3;gicos pode ser respons&#xE1;vel pelo desenvolvimento de RUA e v&#xE1;rios podem ocorrer simultaneamente. Os mais comuns s&#xE3;o obstru&#xE7;&#xE3;o do fluxo de sa&#xED;da, comprometimento neurol&#xF3;gico ou um m&#xFA;sculo detrusor ineficiente. Outras causas incluem medicamentos, infec&#xE7;&#xE3;o e trauma. CARACTER&#xCD;STICAS CL&#xCD;NICAS Sinais e Sintomas &#x2013; Se apresenta como uma incapacidade de urinar, geralmente associada a desconforto abdominal inferior e/ou suprap&#xFA;bico. Os pacientes afetados s&#xE3;o frequentemente inquietos e podem parecer bastante angustiados. Em pacientes idosos, particularmente aqueles com dem&#xEA;ncia ou outras formas de comprometimento cognitivo, a RUA pode se apresentar como uma altera&#xE7;&#xE3;o aguda do estado mental. Essas manifesta&#xE7;&#xF5;es podem ser menos pronunciadas quando &#xE9; sobreposta &#xE0; reten&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria cr&#xF4;nica. AVALIA&#xC7;&#xC3;O E DIAGN&#xD3;STICO Anamnese &#x2013; A hist&#xF3;ria do paciente deve se concentrar na hist&#xF3;ria anterior de reten&#xE7;&#xE3;o ou sintomas do trato urin&#xE1;rio inferior, doen&#xE7;a da pr&#xF3;stata (hiperplasia ou c&#xE2;ncer), cirurgia p&#xE9;lvica ou da pr&#xF3;stata, radia&#xE7;&#xE3;o ou trauma p&#xE9;lvico. O paciente tamb&#xE9;m deve ser questionado sobre a presen&#xE7;a de hemat&#xFA;ria, dis&#xFA;ria, febre, dor lombar, sintomas neurol&#xF3;gicos ou erup&#xE7;&#xE3;o cut&#xE2;nea. Finalmente, tamb&#xE9;m questionar sobre medicamentos em uso. Pacientes mais jovens, hist&#xF3;ria de c&#xE2;ncer ou abuso de drogas intravenosas e presen&#xE7;a de dor nas costas ou sintomas neurol&#xF3;gicos sugerem a possibilidade de les&#xE3;o ou compress&#xE3;o da medula espinhal. No entanto, os pacientes com patologia espinhal geralmente n&#xE3;o apresentam essencialmente RUA. Exame f&#xED;sico &#x2013; O exame f&#xED;sico inicial deve incluir a palpa&#xE7;&#xE3;o do abdome inferior. A bexiga pode ser palp&#xE1;vel no exame abdominal ou retal. A palpa&#xE7;&#xE3;o suprap&#xFA;bica profunda provocar&#xE1; desconforto. Diagn&#xF3;stico &#x2013; O diagn&#xF3;stico &#xE9; feito pela demonstra&#xE7;&#xE3;o de urina retida por ultrassonografia vesical ou cateterismo, no ambiente cl&#xED;nico apropriado. Se o procedimento puder ser realizado de forma relativamente r&#xE1;pida, a ultrassonografia da bexiga &#xE9; uma boa primeira escolha para pacientes que n&#xE3;o est&#xE3;o em sofrimento extremo, porque n&#xE3;o &#xE9; invasivo, &#xE9; mais confort&#xE1;vel para o paciente e a descompress&#xE3;o da bexiga pode ser evitada se os resultados forem normais. Em pacientes cuja hist&#xF3;ria e exame f&#xED;sico sugerem fortemente um diagn&#xF3;stico de RUA, ou aqueles em sofrimento agudo, &#xE9; razo&#xE1;vel proceder diretamente ao cateterismo, que &#xE9; diagn&#xF3;stico e terap&#xEA;utico, em vez de esperar para obter um ultrassom da bexiga. Um volume da bexiga no ultrassom &#x2265; 300 ml sugere reten&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria justificando a descompress&#xE3;o. No entanto, o ultrassom da bexiga pode ser impreciso devido ao h&#xE1;bito corporal, edema tecidual ou cirurgia pr&#xE9;via e cicatrizes. Se o paciente estiver com desconforto e incapaz de urinar, um cateter uretral deve ser colocado independentemente do volume estimado no ultrassom da bexiga. Ao colocar um cateter uretral, a quantidade inicial de urina drenada deve ser anotada. Pacientes com volumes &lt; 200 ml provavelmente n&#xE3;o apresentam reten&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria aguda. Esses pacientes devem ser submetidos a avalia&#xE7;&#xE3;o adicional em ambiente ambulatorial. Seguimento p&#xF3;s-diagn&#xF3;stico &#x2013; A avalia&#xE7;&#xE3;o p&#xF3;s-diagn&#xF3;stica concentra-se na determina&#xE7;&#xE3;o de uma etiologia. Em pacientes com AUR de etiologia desconhecida, o exame f&#xED;sico adicional deve incluir o seguinte: Exame retal &#x2013; Um exame retal deve ser feito para avaliar massas, impacta&#xE7;&#xE3;o fecal, sensa&#xE7;&#xE3;o perineal e t&#xF4;nus &#x200B;&#x200B;do esf&#xED;ncter retal. Um exame normal da pr&#xF3;stata n&#xE3;o exclui a HPB como causa de obstru&#xE7;&#xE3;o. Exame p&#xE9;lvico &#x2013; Mulheres com reten&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria devem fazer exame p&#xE9;lvico. Avalia&#xE7;&#xE3;o neurol&#xF3;gica &#x2013; O exame neurol&#xF3;gico deve incluir avalia&#xE7;&#xE3;o de for&#xE7;a, sensibilidade, reflexos e t&#xF4;nus &#x200B;&#x200B;muscular. Estudos laboratoriais &#x2013; Uma amostra de urina deve ser obtida e enviada para an&#xE1;lise de urina e cultura de urina. A necessidade de outros exames laboratoriais deve ser determinada com base nos achados da hist&#xF3;ria e do exame f&#xED;sico do paciente. A maioria dos pacientes que chegam ao pronto-socorro com preocupa&#xE7;&#xE3;o de reten&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria tem dosagem s&#xE9;rica e de creatinina. Estes devem ser verificados em qualquer paciente cuja hist&#xF3;ria sugira reten&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria aguda-cr&#xF4;nica para avaliar a insufici&#xEA;ncia renal. ABORDAGEM TERAP&#xCA;UTICA O manejo inicial &#xE9; a descompress&#xE3;o vesical imediata por cateterismo, com an&#xE1;lise de urina e cultura. A descompress&#xE3;o da bexiga pode ser realizada com cateterismo uretral ou suprap&#xFA;bico. A maioria dos pacientes ter&#xE1; uma tentativa inicial de cateterismo uretral. Cateterismo uretral &#x2013; Uma tentativa inicial de cateterismo uretral &#xE9; apropriada para a maioria dos pacientes, particularmente naqueles para os quais se espera que o RUA se resolva (por exemplo, pacientes com infec&#xE7;&#xF5;es do trato urin&#xE1;rio ou RUA secund&#xE1;rio ao efeito da medica&#xE7;&#xE3;o). Para pacientes com volume inicial de urina inferior a 200 ml, a remo&#xE7;&#xE3;o imediata do cateter e a observa&#xE7;&#xE3;o subsequente geralmente s&#xE3;o apropriadas. Esses pacientes devem ser avaliados para outras causas de desconforto abdominal e/ou suprap&#xFA;bico. Para pacientes com mais de 200 ml de urina, o volume drenado nos primeiros 10 a 15 minutos deve ser anotado e registrado, pois &#xE9; &#xFA;til para o manejo posterior em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; dura&#xE7;&#xE3;o do uso do cateter. Se este volume exceder 400 ml, o cateter &#xE9; normalmente deixado no lugar. Para volumes inferiores a 400 ml, a decis&#xE3;o de deixar o cateter no local &#xE9; guiada pelo cen&#xE1;rio cl&#xED;nico. Para pacientes com mais de 200 ml e menos de 400 ml, a decis&#xE3;o sobre o cateterismo pode levar em considera&#xE7;&#xE3;o m&#xFA;ltiplos fatores. Comorbidades do paciente, estado mental, capacidade de retornar ao hospital e v&#xE1;rios outros fatores podem influenciar essa decis&#xE3;o de deixar um cateter de demora. O cateterismo uretral &#xE9; contraindicado em pacientes que fizeram cirurgia urol&#xF3;gica recente (por exemplo, prostatectomia radical ou reconstru&#xE7;&#xE3;o uretral), e esses pacientes devem fazer cateterismo suprap&#xFA;bico. Cateter suprap&#xFA;bico &#x2014; A coloca&#xE7;&#xE3;o de um cateter suprap&#xFA;bico (SP) &#xE0;s vezes &#xE9; necess&#xE1;ria em pacientes que t&#xEA;m contraindica&#xE7;&#xF5;es ou falham no cateterismo uretral. Cateteres SP s&#xE3;o geralmente colocados por um urologista. Nos casos em que nenhum urologista ou cl&#xED;nico adequadamente treinado estiver dispon&#xED;vel e o paciente estiver em sofrimento, a distens&#xE3;o da bexiga pode ser temporariamente aliviada com aspira&#xE7;&#xE3;o suprap&#xFA;bica por meio de uma agulha. No entanto, este tratamento pode tornar a coloca&#xE7;&#xE3;o posterior do SP</description></oembed>
