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<oembed><version>1.0</version><provider_name>Tempo &#xE9; vida</provider_name><provider_url>https://divulga.unila.edu.br/tempoevida</provider_url><author_name>weber.takaki</author_name><author_url>https://divulga.unila.edu.br/tempoevida/author/weber/</author_url><title>Embolia pulmonar - Tempo &#xE9; vida</title><type>rich</type><width>600</width><height>338</height><html>&lt;blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="6USQnrr452"&gt;&lt;a href="https://divulga.unila.edu.br/tempoevida/2022/12/16/embolia-pulmonar/"&gt;Embolia pulmonar&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;iframe sandbox="allow-scripts" security="restricted" src="https://divulga.unila.edu.br/tempoevida/2022/12/16/embolia-pulmonar/embed/#?secret=6USQnrr452" width="600" height="338" title="&#x201C;Embolia pulmonar&#x201D; &#x2014; Tempo &#xE9; vida" data-secret="6USQnrr452" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" class="wp-embedded-content"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;script&gt;
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</html><description>INFORMA&#xC7;&#xD5;ES GERAIS Defini&#xE7;&#xE3;o &#x2013; Embolia pulmonar &#xE9; definida como uma doen&#xE7;a desencadeada pela obstru&#xE7;&#xE3;o da art&#xE9;ria pulmonar ou de um de seus ramos por um trombo (co&#xE1;gulo sangu&#xED;neo), tumor, ar ou gordura, que se originou em outras partes do corpo. Ser&#xE1; dado &#xEA;nfase na embolia causada por trombo (tromboembolismo pulmonar). Nomenclatura &#x2013; A embolia pulmonar pode ser classificada da seguinte forma: Padr&#xE3;o temporal de apresenta&#xE7;&#xE3;o:Aguda &#x2013; desenvolvimento de sinais e sintomas imediatamente ap&#xF3;s a obstru&#xE7;&#xE3;o dos vasos pulmonares.Subaguda &#x2013; desenvolvimento de sinais e sintomas dentro de dias ou semanas ap&#xF3;s o evento inicial.Cr&#xF4;nica &#x2013; desenvolvimento lento de sintomas de hipertens&#xE3;o pulmonar ao longo de anos (hipertens&#xE3;o pulmonar tromboemb&#xF3;lica cr&#xF4;nica). Presen&#xE7;a ou aus&#xEA;ncia de estabilidade hemodin&#xE2;mica:Hemodinamicamente inst&#xE1;vel&#x2013; resulta em hipotens&#xE3;o, sendo de alto risco.Hemodinamicamente est&#xE1;vel &#x2013;que n&#xE3;o resulta em hipotens&#xE3;o, sendo de risco intermedi&#xE1;rio. Localiza&#xE7;&#xE3;o anat&#xF4;mica (unilateral ou bilateral):Em Sela &#x2013; se aloja na bifurca&#xE7;&#xE3;o da art&#xE9;ria pulmonar principal, muitas vezes estendendo-se para art&#xE9;rias pulmonares principais direita e esquerda.Lobar &#x2013; se aloja nos ramos lobares de uma art&#xE9;ria pulmonar.Segmentar &#x2013; se aloja nos ramos segmentares de uma art&#xE9;ria pulmonar.Subsegmentar &#x2013; se aloja nos ramos subsegmentares principais de uma art&#xE9;ria pulmonar. Presen&#xE7;a ou aus&#xEA;ncia de sintomas:Sintom&#xE1;tica &#x2013; presen&#xE7;a de sintomas que geralmente levam &#xE0; confirma&#xE7;&#xE3;o radiol&#xF3;gica.Assintom&#xE1;tica &#x2013; sem sintomas, sendo geralmente constatada por achado incidental em exames de imagem. Patog&#xEA;nese &#x2013; A patog&#xEA;nese da embolia pulmonar &#xE9; similar &#xE0;quela que est&#xE1; por tr&#xE1;s da gera&#xE7;&#xE3;o do trombo na trombose venosa profunda, isso &#xE9;, tr&#xED;ade de Virchow (estase venosa, les&#xE3;o endotelial e um estado de hipercoagulabilidade). A maioria dos &#xEA;mbolos, inclusive, surge das veias proximais dos membros inferiores (il&#xED;acas, femorais e popl&#xED;teas). Uma vez que o trombo se aloja no pulm&#xE3;o, pode ocorrer respostas fisiopatol&#xF3;gicas como infarto pulmonar, troca gasosa anormal/hipoxemia e comprometimento cardiovascular. CARACTER&#xCD;STICAS CL&#xCD;NICAS A embolia pulmonar tem uma ampla variedade de caracter&#xED;sticas de apresenta&#xE7;&#xE3;o, variando de aus&#xEA;ncia de sintomas a choque ou morte s&#xFA;bita Sinais e Sintomas &#x2013;&nbsp;O sintoma de apresenta&#xE7;&#xE3;o mais comum &#xE9; a dispneia seguida de dor tor&#xE1;cica (geralmente pleur&#xED;tica, mas nem sempre), tosse e sintomas de trombose venosa profunda (por exemplo, dor, eritema e edema em membros inferiores). Outros poss&#xED;veis sintomas incluem taquipneia e taquicardia. A hemoptise &#xE9; um sintoma de apresenta&#xE7;&#xE3;o incomum. Em casos graves, os pacientes podem apresentar choque, arritmia ou s&#xED;ncope. Muitos pacientes, incluindo alguns com embolia pulmonar importante, s&#xE3;o assintom&#xE1;ticos ou apresentam sintomas leves ou inespec&#xED;ficos. Sinais Laboratoriais &#x2013;&nbsp;Os exames laboratoriais n&#xE3;o s&#xE3;o diagn&#xF3;sticos, mas influenciam na suspeita cl&#xED;nica, confirmam a presen&#xE7;a de diagn&#xF3;sticos alternativos e fornecem informa&#xE7;&#xF5;es progn&#xF3;sticas no caso de diagn&#xF3;stico de embolia pulmonar: Hemograma e bioqu&#xED;mica s&#xE9;rica: leucocitose, aumento do VHS, lactato s&#xE9;rico elevado, LDH e AST elevados. Gasometria arterial e oximetria de pulso: hipoxemia. D-d&#xED;mero elevado. BNP elevado (&#xFA;til no progn&#xF3;stico). Troponina elevada (&#xFA;til no progn&#xF3;stico). Eletrocardiograma &#x2013; As anormalidades do ECG, embora comuns em pacientes com suspeita de EP, s&#xE3;o inespec&#xED;ficas. Os achados mais comuns s&#xE3;o taquicardia e altera&#xE7;&#xF5;es inespec&#xED;ficas do segmento ST e da onda T. Radiografia de t&#xF3;rax &#x2013; Anormalidades inespec&#xED;ficas na radiografia de t&#xF3;rax s&#xE3;o comuns (por exemplo, atelectasia, derrame). AVALIA&#xC7;&#xC3;O E DIAGN&#xD3;STICO Avalia&#xE7;&#xE3;o &#x2013;&nbsp;Para a maioria dos pacientes com suspeita de embolia pulmonar hemodinamicamente est&#xE1;veis, recomenda-se uma abordagem que combina avalia&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica, teste de predi&#xE7;&#xE3;o (Escore de Wells), teste de D-d&#xED;mero e diagn&#xF3;stico por imagem definitivo. A imagem definitiva inclui a angiografia pulmonar por tomografia computadorizada e, menos comumente, a varredura de ventila&#xE7;&#xE3;o e perfus&#xE3;o ou outras modalidades de imagem. Para pacientes hemodinamicamente inst&#xE1;veis &#x200B;&#x200B;e nos quais a imagem definitiva n&#xE3;o &#xE9; segura, a ecocardiografia &#xE0; beira do leito ou a ultrassonografia de compress&#xE3;o venosa podem ser usadas para obter um diagn&#xF3;stico presuntivo de EP para justificar a administra&#xE7;&#xE3;o de terapias potencialmente salvadoras. Diagn&#xF3;stico &#x2013;&nbsp;O diagn&#xF3;stico de embolia pulmonar &#xE9; feito radiograficamente com base na angiografia pulmonar por tomografia computadorizada, angiografia pulmonar por resson&#xE2;ncia magn&#xE9;tica (MRPA) ou angiografia pulmonar baseada em cateter pela demonstra&#xE7;&#xE3;o de um defeito de enchimento em qualquer ramo da art&#xE9;ria pulmonar. Com a varredura V/Q (ventila&#xE7;&#xE3;o-perfus&#xE3;o), uma varredura de alta probabilidade com alta probabilidade cl&#xED;nica confirma a EP. ABORDAGEM TERAP&#xCA;UTICA Abordagem inicial &#x2013; A abordagem inicial de pacientes com suspeita de embolia pulmonar deve se concentrar na estabiliza&#xE7;&#xE3;o do paciente enquanto a avalia&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica e o teste diagn&#xF3;stico definitivo est&#xE3;o em andamento. Exames &#x2013; Em pacientes com sintomas compat&#xED;veis com EP, devem ser realizados exames como eletrocardiograma (ECG), radiografia de t&#xF3;rax, pept&#xED;deo natriur&#xE9;tico cerebral (BNP) e dosagem de troponina. No entanto, esses testes n&#xE3;o s&#xE3;o sens&#xED;veis nem espec&#xED;ficos para o diagn&#xF3;stico de EP, sendo mais &#xFA;teis para confirmar a presen&#xE7;a de diagn&#xF3;sticos alternativos ou fornecer informa&#xE7;&#xF5;es progn&#xF3;sticas no caso de diagn&#xF3;stico de EP. Prioridades &#x2013; Suporte respirat&#xF3;rio e hemodin&#xE2;mico: O oxig&#xEA;nio suplementar deve ser administrado para atingir uma satura&#xE7;&#xE3;o de oxig&#xEA;nio &#x2265;90 por cento. Hipoxemia grave, colapso hemodin&#xE2;mico ou insufici&#xEA;ncia respirat&#xF3;ria devem levar &#xE0; considera&#xE7;&#xE3;o de ventila&#xE7;&#xE3;o mec&#xE2;nica. &#xC9; importante ressaltar que pacientes com insufici&#xEA;ncia ventricular direita coexistente ( verificar n&#xED;veis de troponina) s&#xE3;o propensos &#xE0; hipotens&#xE3;o ap&#xF3;s a intuba&#xE7;&#xE3;o. Assim, nestes casos, pode ser prudente consultar um especialista em anestesia cardiovascular e as press&#xF5;es de plat&#xF4; elevadas devem ser evitadas. Para aqueles que necessitam de suporte hemodin&#xE2;mico, sugere-se infus&#xF5;es cautelosas de fluido intravenoso (FIV; 500 a 1000 mL de solu&#xE7;&#xE3;o salina normal) em vez de volumes maiores. A terapia vasopressora (ex: noradrenalina) deve ser iniciada se a perfus&#xE3;o n&#xE3;o responder &#xE0; ressuscita&#xE7;&#xE3;o vol&#xEA;mica. Anticoagula&#xE7;&#xE3;o emp&#xED;rica &#x2013; Para pacientes com suspeita de embolia pulmonar hemodinamicamente est&#xE1;veis ou inst&#xE1;veis hemodinamicamente e ressuscitados com sucesso, a administra&#xE7;&#xE3;o de anticoagula&#xE7;&#xE3;o emp&#xED;rica depende do risco de sangramento (consultar fatores de risco para sangramento com terapia anticoagulante), da suspeita cl&#xED;nica de embolia pulmonar e o tempo estimado para os resultados dos exames diagn&#xF3;sticos. Uma estrat&#xE9;gia &#xE9; apresentada abaixo: Baixo risco de sangramento &#x2013; Pacientes sem fatores de risco para sangramento, a anticoagula&#xE7;&#xE3;o emp&#xED;rica pode ser considerada nos seguintes casos: suspeita cl&#xED;nica alta (ex: Escore de Wells &gt; 6); suspeita cl&#xED;nica moderada (ex: Escore de Wells de 2 a 6) na qual se espera que a avalia&#xE7;&#xE3;o diagn&#xF3;stica demore mais de 4 horas; suspeita cl&#xED;nica</description></oembed>
