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<oembed><version>1.0</version><provider_name>Tempo &#xE9; vida</provider_name><provider_url>https://divulga.unila.edu.br/tempoevida</provider_url><author_name>weber.takaki</author_name><author_url>https://divulga.unila.edu.br/tempoevida/author/weber/</author_url><title>Dor abdominal - Tempo &#xE9; vida</title><type>rich</type><width>600</width><height>338</height><html>&lt;blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="RZG7ghawmi"&gt;&lt;a href="https://divulga.unila.edu.br/tempoevida/2022/12/16/dor-abdominal/"&gt;Dor abdominal&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;iframe sandbox="allow-scripts" security="restricted" src="https://divulga.unila.edu.br/tempoevida/2022/12/16/dor-abdominal/embed/#?secret=RZG7ghawmi" width="600" height="338" title="&#x201C;Dor abdominal&#x201D; &#x2014; Tempo &#xE9; vida" data-secret="RZG7ghawmi" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" class="wp-embedded-content"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;script&gt;
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</html><description>INFORMA&#xC7;&#xD5;ES GERAIS Defini&#xE7;&#xE3;o &#x2013; A dor abdominal aguda, tamb&#xE9;m chamada de abdome agudo, pode ser definida como qualquer sensa&#xE7;&#xE3;o de desconforto intenso proveniente do interior do abdome ou da parede abdominal iniciado de forma s&#xFA;bita. A dor abdominal na emerg&#xEA;ncia tem amplo diagn&#xF3;sticos diferenciais, variando de condi&#xE7;&#xF5;es benignas a potencialmente fatais. As causas incluem doen&#xE7;as m&#xE9;dicas, cir&#xFA;rgicas, intra-abdominais e extra-abdominais. Os sintomas associados muitas vezes carecem de especificidade e s&#xE3;o frequentes as apresenta&#xE7;&#xF5;es at&#xED;picas de doen&#xE7;as comuns. Dependendo do sexo, imunidade e faixa et&#xE1;ria apresentam desafios diagn&#xF3;sticos especiais. CARACTER&#xCD;STICAS CL&#xCD;NICAS Vis&#xE3;o Geral das principais condi&#xE7;&#xF5;es imediatas de risco de vida: Aneurisma da aorta abdominal (AAA) &#x2013; &#xE9; uma dilata&#xE7;&#xE3;o focal da aorta de pelo menos 50 por cento em rela&#xE7;&#xE3;o ao normal, com qualquer medida superior a 3 cm considerada anormal. A maioria n&#xE3;o apresenta sintomas, mas alguns manifestam dor abdominal, nas costas ou no flanco. A ruptura do aneurisma geralmente causa hemorragia exsanguinante e hipotens&#xE3;o profunda e inst&#xE1;vel. Os AAAs podem se romper no retroperit&#xF4;nio, onde podem tamponar, permitindo que o paciente permane&#xE7;a normotenso inicialmente. &#xC9; mais comum em homens &gt;60 anos. DPOC, doen&#xE7;a vascular perif&#xE9;rica, HAS, tabagismo e hist&#xF3;ria familiar est&#xE3;o associadas ao AAA. Isquemia mesent&#xE9;rica &#x2013; Pode ser diferenciada em quatro entidades: embolia arterial, trombose arterial, isquemia mesent&#xE9;rica n&#xE3;o oclusiva e trombose venosa. Ela est&#xE1; associada a alta mortalidade se apresentada com in&#xED;cio r&#xE1;pido de dor abdominal periumbilical intensa, n&#xE1;useas e v&#xF4;mitos s&#xE3;o comuns. A dor s&#xFA;bita associada a poucos sinais abdominais e evacua&#xE7;&#xE3;o intestinal for&#xE7;ada em um paciente com fatores de risco deve aumentar muito a suspeita para o diagn&#xF3;stico. Os fatores de risco incluem idade avan&#xE7;ada, aterosclerose, estados de baixo d&#xE9;bito card&#xED;aco, arritmias card&#xED;acas (por exemplo, fibrila&#xE7;&#xE3;o atrial), doen&#xE7;a valvar card&#xED;aca grave, infarto do mioc&#xE1;rdio recente e malignidade intra-abdominal. Perfura&#xE7;&#xE3;o do trato gastrointestinal (incluindo &#xFA;lcera p&#xE9;ptica, intestino, es&#xF4;fago ou ap&#xEA;ndice) &#x2013; A &#xFA;lcera p&#xE9;ptica (PUD) &#xE9; a mais comum. A perfura&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m pode complicar apendicite, diverticulite, intestino isqu&#xEA;mico e megac&#xF3;lon t&#xF3;xico. A perfura&#xE7;&#xE3;o deve ser suspeitada em pacientes com hist&#xF3;ria de sintomas de &#xFA;lcera p&#xE9;ptica que desenvolvem o in&#xED;cio s&#xFA;bito de dor abdominal difusa e intensa. Existem casos de indiv&#xED;duos mais velhos com perfura&#xE7;&#xE3;o induzida por antiinflamat&#xF3;rios n&#xE3;o ester&#xF3;ides (AINEs). Perfura&#xE7;&#xE3;o esof&#xE1;gica (s&#xED;ndrome de Boerhaave), que pode ocorrer com &#xE2;nsia intensa, pode apresentar dor abdominal epig&#xE1;strica grave e progressiva. Obstru&#xE7;&#xE3;o intestinal aguda (SBO) &#x2013; Os sintomas s&#xE3;o distens&#xE3;o abdominal, v&#xF4;mitos, dor abdominal periumbilical em c&#xF3;lica e aus&#xEA;ncia de flatos. Na obstru&#xE7;&#xE3;o proximal, n&#xE1;useas e v&#xF4;mitos podem ser relativamente graves em compara&#xE7;&#xE3;o com a obstru&#xE7;&#xE3;o distal, mas a distens&#xE3;o do abdome &#xE9; um pouco menor. A dor progride de c&#xF3;lica para constante e mais intensa, e alguns m&#xE9;dicos sentem que tal progress&#xE3;o &#xE9; um sinal de estrangulamento iminente. A cirurgia abdominal superior ou inferior pr&#xE9;via aumenta o risco de obstru&#xE7;&#xE3;o. As causas da SBO incluem: ader&#xEA;ncias (50 a 70%), h&#xE9;rnias encarceradas (15%) e neoplasias (15%). O &#xED;leo biliar &#xE9; a causa em at&#xE9; 20% dos casos entre pacientes idosos. Pacientes com doen&#xE7;a de Crohn frequentemente apresentam obstru&#xE7;&#xE3;o. V&#xF4;lvulo &#x2013; Os sintomas incluem dor abdominal, n&#xE1;useas, v&#xF4;mitos e obstipa&#xE7;&#xE3;o. A dor geralmente &#xE9; constante, com um componente de c&#xF3;lica sobreposto. O abdome &#xE9; frequentemente distendido de forma difusa e timp&#xE2;nica. Febre, peritonite ou hipotens&#xE3;o podem indicar a presen&#xE7;a de gangrena intestinal. Os fatores de risco para volvo cecal incluem ader&#xEA;ncias, cirurgia recente, bandas cong&#xEA;nitas e constipa&#xE7;&#xE3;o prolongada, tamb&#xE9;m o uso excessivo de laxantes, tranquilizantes, medicamentos anticolin&#xE9;rgicos, agentes bloqueadores ganglionares e medicamentos para parkinsonismo. O suprimento sangu&#xED;neo para o c&#xF3;lon sigmoide pode levar &#xE0; gangrena com peritonite e sepse resultantes. Gravidez ect&#xF3;pica &#x2013; Os fatores de risco incluem hist&#xF3;ria de doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria p&#xE9;lvica, gravidez tub&#xE1;ria anterior, cirurgia tub&#xE1;ria anterior, hist&#xF3;ria de endometriose e dispositivo intrauterino de demora. Sintomas incluem a tr&#xED;ade de amenorreia, dor abdominal e sangramento vaginal, at&#xE9; 30% das pacientes n&#xE3;o apresentam sangramento vaginal. O exame p&#xE9;lvico geralmente n&#xE3;o &#xE9; diagn&#xF3;stico; ultrassonografia transvaginal, ou teste seriado de hCG, &#xE9; realizada para fazer o diagn&#xF3;stico. Descolamento prematuro da placenta &#x2013; Apresenta-se classicamente com sangramento vaginal, dor abdominal ou nas costas e contra&#xE7;&#xF5;es uterinas. O &#xFA;tero pode estar r&#xED;gido e sens&#xED;vel. A quantidade de sangramento vaginal correlaciona-se mal com o grau de separa&#xE7;&#xE3;o placent&#xE1;ria e, em alguns casos, pode at&#xE9; estar ausente. Na presen&#xE7;a de um descolamento grave (&#x2265;50 por cento de separa&#xE7;&#xE3;o placent&#xE1;ria), tanto o feto quanto a m&#xE3;e podem estar em risco, e a coagula&#xE7;&#xE3;o intravascular disseminada aguda (CIVD) pode se desenvolver. Em aproximadamente 10 a 20 por cento dos casos, se apresenta apenas trabalho de parto prematuro e sem sangramento vaginal. Portanto, mesmo pequenas quantidades de sangramento vaginal no contexto de dor abdominal e contra&#xE7;&#xF5;es uterinas devem levar a uma avalia&#xE7;&#xE3;o materna e fetal cuidadosa. A hipertens&#xE3;o materna &#xE9; a causa mais comum de descolamento, ocorrendo em 44% dos casos. Outros fatores de risco incluem uso de coca&#xED;na, consumo de &#xE1;lcool, tabagismo, trauma e idade materna avan&#xE7;ada. Infarto do mioc&#xE1;rdio &#x2013; As apresenta&#xE7;&#xF5;es at&#xED;picas de infarto do mioc&#xE1;rdio s&#xE3;o mais comuns em mulheres com mais de 65 anos de idade. A dor abdominal &#xE9; a queixa de apresenta&#xE7;&#xE3;o de um infarto agudo do mioc&#xE1;rdio em aproximadamente um ter&#xE7;o dos casos at&#xED;picos. Pacientes com diabetes tamb&#xE9;m podem se apresentar de forma at&#xED;pica. Condi&#xE7;&#xF5;es comuns: Gastrointestinais Apendicite &#x2013; Os primeiros sintomas e sinais sutis e inespec&#xED;ficos, e o exame n&#xE3;o &#xE9; revelador. N&#xE1;useas e v&#xF4;mitos geralmente n&#xE3;o s&#xE3;o os primeiros sintomas. Inicialmente se apresenta anorexiacom desconforto periumbilical que evolui para dor acentuada no quadrante inferior direito. Essa progress&#xE3;o ocorre com um ap&#xEA;ndice anterior ou p&#xE9;lvico inflamado. No entanto, um ap&#xEA;ndice retrocecal pode n&#xE3;o causar sinais focais de peritonite. Um ap&#xEA;ndice p&#xE9;lvico pode apresentar sintomas urin&#xE1;rios ou diarreia. Sistemas de pontua&#xE7;&#xE3;o e imagens avan&#xE7;adas, conforme apropriado, melhoraram a precis&#xE3;o diagn&#xF3;stica. (&#x201C;Os pacientes que fizeram uma apendicectomia ainda podem desenvolver uma apendicite no coto, na qual o remanescente do ap&#xEA;ndice fica oclu&#xED;do, edemaciado e infectado&#x201D;) A apendicite &#xE9; a causa extrauterina mais comum de cirurgia abdominal em mulheres gr&#xE1;vidas. O quadrante inferior direito &#xE9; o local mais comum</description></oembed>
