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<oembed><version>1.0</version><provider_name>Tempo &#xE9; vida</provider_name><provider_url>https://divulga.unila.edu.br/tempoevida</provider_url><author_name>weber.takaki</author_name><author_url>https://divulga.unila.edu.br/tempoevida/author/weber/</author_url><title>Acidente vascular encef&#xE1;lico - Tempo &#xE9; vida</title><type>rich</type><width>600</width><height>338</height><html>&lt;blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="acpHDBxPck"&gt;&lt;a href="https://divulga.unila.edu.br/tempoevida/2022/12/13/acidente-vascular-encefalico/"&gt;Acidente vascular encef&#xE1;lico&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;iframe sandbox="allow-scripts" security="restricted" src="https://divulga.unila.edu.br/tempoevida/2022/12/13/acidente-vascular-encefalico/embed/#?secret=acpHDBxPck" width="600" height="338" title="&#x201C;Acidente vascular encef&#xE1;lico&#x201D; &#x2014; Tempo &#xE9; vida" data-secret="acpHDBxPck" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" class="wp-embedded-content"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;script&gt;
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</html><description>INFORMA&#xC7;&#xD5;ES GERAIS Defini&#xE7;&#xE3;o &#x2013; Define-se acidente vascular encef&#xE1;lico (ou vascular cerebral &#x2013; AVC) como um d&#xE9;ficit neurol&#xF3;gico agudo durando mais de 24 horas, de etiologia cerebrovascular. &#xC9; dividido em AVE isqu&#xEA;mico (causado por oclus&#xE3;o ou estenose vascular) e AVE hemorr&#xE1;gico (causado por ruptura vascular, resultando em hemorragia intraparenquimatosa e/ou subaracnoide). O AVE isqu&#xEA;mico corresponde a 87% de todos os casos de AVE, ao passo que o AVE hemorr&#xE1;gico intraparenquimatoso corresponde a cerca de 10% e a hemorragia subaracnoide a 3%. A avalia&#xE7;&#xE3;o subaguda e de longo prazo e o manejo de pacientes que sofreram um acidente vascular cerebral incluem fisioterapia e testes para determinar a etiologia precisa do evento, de modo a prevenir a recorr&#xEA;ncia. A gest&#xE3;o aguda difere. Os objetivos imediatos incluem minimizar a les&#xE3;o cerebral, tratar complica&#xE7;&#xF5;es m&#xE9;dicas e avan&#xE7;ar para descobrir a base fisiopatol&#xF3;gica dos sintomas do paciente. AVALIA&#xC7;&#xC3;O E DIAGN&#xD3;STICO A perda s&#xFA;bita da fun&#xE7;&#xE3;o cerebral focal &#xE9; a caracter&#xED;stica central do in&#xED;cio do acidente vascular cerebral isqu&#xEA;mico. Outras condi&#xE7;&#xF5;es al&#xE9;m da isquemia cerebral podem apresentar-se de forma semelhante. Pacientes que sofrem um acidente vascular cerebral podem apresentar outras condi&#xE7;&#xF5;es m&#xE9;dicas graves. A avalia&#xE7;&#xE3;o inicial requer uma avalia&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida, mas ampla. Os objetivos na fase inicial incluem: Garantir a estabilidade m&#xE9;dica, com aten&#xE7;&#xE3;o especial &#xE0;s vias a&#xE9;reas, respira&#xE7;&#xE3;o e circula&#xE7;&#xE3;o; Reverter rapidamente quaisquer condi&#xE7;&#xF5;es que estejam contribuindo para o problema do paciente; Determinar se os pacientes com acidente vascular cerebral isqu&#xEA;mico agudo s&#xE3;o candidatos &#xE0; terapia trombol&#xED;tica intravenosa ou trombectomia endovascular; Investigar a base fisiopatol&#xF3;gica dos sintomas neurol&#xF3;gicos do paciente. O tempo &#xE9; essencial na avalia&#xE7;&#xE3;o hiperaguda de pacientes com AVC. A hist&#xF3;ria, o exame f&#xED;sico, a glicose s&#xE9;rica, a satura&#xE7;&#xE3;o de oxig&#xEA;nio e uma tomografia computadorizada (TC) sem contraste s&#xE3;o suficientes na maioria dos casos para orientar a terapia aguda. Aus&#xEA;ncia ou indisponibilidade de quaisquer testes adicionais n&#xE3;o precisa ser motivo para adiar a terapia se indicado de outra forma. Vias a&#xE9;reas, respira&#xE7;&#xE3;o e circula&#xE7;&#xE3;o &#x2013; Avaliar os sinais vitais e garantir a estabiliza&#xE7;&#xE3;o das vias a&#xE9;reas, respira&#xE7;&#xE3;o e circula&#xE7;&#xE3;o. Pacientes com consci&#xEA;ncia diminu&#xED;da ou disfun&#xE7;&#xE3;o bulbar podem ser incapazes de proteger suas vias a&#xE9;reas, e aqueles com press&#xE3;o intracraniana aumentada devido a hemorragia, isquemia vertebrobasilar ou isquemia bi-hemisf&#xE9;rica podem apresentar v&#xF4;mitos, diminui&#xE7;&#xE3;o do drive respirat&#xF3;rio ou obstru&#xE7;&#xE3;o muscular das vias a&#xE9;reas. A hipoventila&#xE7;&#xE3;o, com consequente aumento do di&#xF3;xido de carbono, pode levar &#xE0; vasodilata&#xE7;&#xE3;o cerebral e elevar a press&#xE3;o intracraniana. Intuba&#xE7;&#xE3;o &#x2013; Necess&#xE1;ria para restaurar a ventila&#xE7;&#xE3;o adequada e proteger as vias a&#xE9;reas da aspira&#xE7;&#xE3;o. Monitorar a satura&#xE7;&#xE3;o de oxig&#xEA;nio em qualquer caso. Os pacientes hip&#xF3;xicos devem receber oxig&#xEA;nio suplementar para manter a satura&#xE7;&#xE3;o de oxig&#xEA;nio &gt;94%. N&#xE3;o suplementar com oxig&#xEA;nio e n&#xE3;o administrar rotineiramente a pacientes n&#xE3;o hip&#xF3;xicos com AVCi agudo. Hist&#xF3;ria e exame f&#xED;sico &#x2013; Estabelecer o tempo de in&#xED;cio dos sintomas do AVC isqu&#xEA;mico para iniciar tratamento com tromb&#xF3;lise intravenosa e trombectomia endovascular. N&#xE3;o &#xE9; poss&#xED;vel informar o tempo de in&#xED;cio confi&#xE1;vel?Considerar como in&#xED;cio dos sintomas a &#xFA;ltima vez que o paciente foi considerado normal ou no estado neurol&#xF3;gico inicial . Para iniciar a tromb&#xF3;lise intravenosa (menos de 4,5 horas do in&#xED;cio dos sintomas) ou trombectomia mec&#xE2;nica (menos de 24 horas do in&#xED;cio dos sintomas), a hist&#xF3;ria precisa ser precisa, mas r&#xE1;pida; as contraindica&#xE7;&#xF5;es ao tratamento trombol&#xED;tico devem ser avaliadas Considerar outros dist&#xFA;rbios diferenciais: convuls&#xF5;es, s&#xED;ncope, enxaqueca, hipoglicemia, hiperglicemia ou toxicidade de drogas podem mimetizar isquemia aguda. Casos com complica&#xE7;&#xF5;es: combina&#xE7;&#xE3;o de sinais focais e altera&#xE7;&#xE3;o do n&#xED;vel de consci&#xEA;ncia. Importante &#x2013; Investigar insulinoterapia ou uso de agentes hipoglicemiantes orais, hist&#xF3;rico de epilepsia, overdose ou abuso de drogas ou trauma recente. Perguntar se o paciente toma medicamentos anticoagulantes. Diagnosticar uma hemorragia intracerebral (HIC) ou hemorragia subaracn&#xF3;idea (HSA): A presen&#xE7;a de cefaleia de in&#xED;cio agudo e v&#xF4;mitos favorecem o diagn&#xF3;stico de HIC ou HSA em compara&#xE7;&#xE3;o com um acidente vascular cerebral tromboemb&#xF3;lico, enquanto o in&#xED;cio abrupto da fun&#xE7;&#xE3;o cerebral prejudicada sem sintomas focais favorece o diagn&#xF3;stico de HAS. Neuroimagem precoce com TC ou resson&#xE2;ncia magn&#xE9;tica (RM) &#xE9; fundamental.Importante: avaliar e estabilizar as fun&#xE7;&#xF5;es fisiol&#xF3;gicas vitais antes de enviar o paciente para um estudo de imagem. Exame f&#xED;sico: Cabe&#xE7;a:Sinais de trauma. Uma lacera&#xE7;&#xE3;o da l&#xED;ngua pode sugerir uma convuls&#xE3;o; Pesco&#xE7;o e regi&#xF5;es retro orbit&#xE1;rias: sopros vasculares e palpa&#xE7;&#xE3;o de pulsos no pesco&#xE7;o, bra&#xE7;os e pernas para avaliar sua aus&#xEA;ncia, assimetria ou frequ&#xEA;ncia irregular; Ausculta card&#xED;acapara descartar sopros; Ausculta pulmonar: sons respirat&#xF3;rios anormais, broncoespasmo, sobrecarga de l&#xED;quidos ou estridor; Pele: sinais de endocardite, &#xEA;mbolos de colesterol, p&#xFA;rpura, equimoses ou evid&#xEA;ncia de cirurgia recente ou outros procedimentos invasivos, principalmente se n&#xE3;o houver hist&#xF3;rico confi&#xE1;vel; Extremidades: evid&#xEA;ncias de &#xEA;mbolos arteriais sist&#xEA;micos, isquemia distal, celulite e trombose venosa profunda(avaliar possibilidade de que o paciente esteja recebendo tratamento anticoagulante); Fundoscopia: Se houver &#xEA;mbolos de colesterol ou papiledema. Suspeita de queda? Imobilizar o pesco&#xE7;o e solicitar avalia&#xE7;&#xE3;o radiogr&#xE1;fica para evid&#xEA;ncia de trauma grave. Avalia&#xE7;&#xE3;o neurol&#xF3;gica: Escala National Institutes of Health Stroke Scale (NIHSS), composta por 11 itens (Escala dispon&#xED;vel em tabela 4 ) somando uma pontua&#xE7;&#xE3;o total de 0 a 4; &lt;5 para AVC leve, 5 a 9 para AVC moderado e &#x2265;10 para AVC grave podem ser razo&#xE1;veis. Achados primordiais para diagn&#xF3;stico de AVE: paresia facial, desvio/fraqueza do bra&#xE7;o e fala anormal (uma combina&#xE7;&#xE3;o de disartria e itens de linguagem derivados do NIHSS) Estudos laboratoriais imediatos: TC cerebral sem contraste ou resson&#xE2;ncia magn&#xE9;tica cerebral; Glicose no sangue da ponta do dedo; Satura&#xE7;&#xE3;o de oxig&#xEA;nio; Outros testes imediatos para avalia&#xE7;&#xE3;o de AVE: Angiografia por TC de cabe&#xE7;a e pesco&#xE7;o com perfus&#xE3;o por TC ou angiografia por RM com imagem ponderada em difus&#xE3;o (DWI), com ou sem imagem ponderada por RM de perfus&#xE3;o (PWI), para pacientes que podem ser eleg&#xED;veis para trombectomia mec&#xE2;nica nos 6 a 24 anos -janela de hora; RM com DWI, para identificar pacientes com AVC ao acordar ou tempo de in&#xED;cio de AVC desconhecido que t&#xEA;m les&#xF5;es positivas em DWI, mas negativas em recupera&#xE7;&#xE3;o de invers&#xE3;o atenuada por fluido (FLAIR), sugerindo in&#xED;cio dentro de 4,5 horas e elegibilidade para tromb&#xF3;lise intravenosa; Eletrocardiograma (isso n&#xE3;o deve atrasar a TC cerebral sem contraste); Hemograma completo incluindo plaquetas;</description></oembed>
