Os psicodélicos são um grupo de substâncias capazes de produzir alterações de cognição sobre si mesmo, sobre o tempo e o espaço.
O termo foi criado em 1956, pelo psiquiatra Humphr Osmond, a partir do grego “psique” que se traduz como (mente ou alma), e “delos” (Revelar).
Os psicodélicos clássicos incluem o ácido lisérgico (LSD), a psilocibina (cogumelos), o DMT (da ayahuasca) e a mescalina (do peyote).
Já os psicodélicos não clássicos são o MDMA, a ibogaíba e cetamina.
Sim, caso você se enquadre nos critérios de inclusão dos estudos desenvolvidos pelo laboratório e realize sua inscrição.
Porém, é importante ressaltar que a inscrição não é garantia de participação, pois o volume de inscrições é extremamente elevado. Diante disso, mesmo que muitos candidatos atendam aos requisitos, nem todos conseguem ser selecionados, devido à grande procura e à capacidade limitada de vagas em cada pesquisa.
Sim. Todos os estudos que envolvem intervenções em seres humanos ou animais são submetidos à avaliação rigorosa de um comitê de ética, e só têm início após a aprovação oficial.
Assim como divulgamos nossos processos com transparência, também garantimos que toda pesquisa siga os protocolos éticos exigidos — uma condição indispensável para a credibilidade do LCP e para a segurança de todos os envolvidos.
As inscrições para nossos estudos são divulgadas principalmente pelo Instagram do laboratório.
Portanto, para saber se há pesquisas recrutando participantes, acompanhe ativamente o perfil oficial do laboratório – é por lá que publicamos todos os chamados abertos, com prazos, critérios e links para inscrição.
Sempre fique atento(a) a novas chamadas. Mesmo que você já tenha se inscrito antes e não tenha sido selecionado(a), recomendamos que se inscreva novamente, pois novos projetos são abertos periodicamente.
Não. O LCP não realiza atendimentos ou consultas médicas, nem de forma pública nem privada.
O LCP é um laboratório de pesquisa vinculado à UNILA. Portanto, nossa missão é investigar e descobrir novas terapias farmacológicas para doenças crônicas, tais como Alzheimer, Parkinson, Depressão, Fibromialgia, Psoríase, entre outras, utilizando moléculas derivadas da Cannabis ou psicodélicos através de ensaios clínicos.
Os ensaios possuem períodos específicos para as inscrições, critérios específicos de inclusão de voluntários e uma janela temporal bem definida para o tratamento com os medicamentos que serão testados.
Não. Nenhuma taxa é cobrada e nenhum valor é pago aos pacientes selecionados como voluntários nas pesquisas.
Ainda ficou com alguma dúvida?
Entre em contato conosco: laboratorio.cannabismedicinal@unila.edu.br
