{"version":"1.0","provider_name":"Cl\u00ednica Intercultural e da Diversidade","provider_url":"https:\/\/divulga.unila.edu.br\/interclinica","author_name":"marcos.jesus","author_url":"https:\/\/divulga.unila.edu.br\/interclinica\/author\/interclinica\/","title":"Projeto \"Neuropsicologia e grupos minorizados\" - Cl\u00ednica Intercultural e da Diversidade","type":"rich","width":600,"height":338,"html":"<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"CVD2Rm1cBU\"><a href=\"https:\/\/divulga.unila.edu.br\/interclinica\/grupo-de-pesquisa\/pesquisas-em-andamento\/\">Projeto &#8220;Neuropsicologia e grupos minorizados&#8221;<\/a><\/blockquote><iframe sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" src=\"https:\/\/divulga.unila.edu.br\/interclinica\/grupo-de-pesquisa\/pesquisas-em-andamento\/embed\/#?secret=CVD2Rm1cBU\" width=\"600\" height=\"338\" title=\"&#8220;Projeto &#8220;Neuropsicologia e grupos minorizados&#8221;&#8221; &#8212; Cl\u00ednica Intercultural e da Diversidade\" data-secret=\"CVD2Rm1cBU\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\" class=\"wp-embedded-content\"><\/iframe><script type=\"text\/javascript\">\n\/* <![CDATA[ *\/\n\/*! This file is auto-generated *\/\n!function(d,l){\"use strict\";l.querySelector&&d.addEventListener&&\"undefined\"!=typeof URL&&(d.wp=d.wp||{},d.wp.receiveEmbedMessage||(d.wp.receiveEmbedMessage=function(e){var t=e.data;if((t||t.secret||t.message||t.value)&&!\/[^a-zA-Z0-9]\/.test(t.secret)){for(var s,r,n,a=l.querySelectorAll('iframe[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),o=l.querySelectorAll('blockquote[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),c=new RegExp(\"^https?:$\",\"i\"),i=0;i<o.length;i++)o[i].style.display=\"none\";for(i=0;i<a.length;i++)s=a[i],e.source===s.contentWindow&&(s.removeAttribute(\"style\"),\"height\"===t.message?(1e3<(r=parseInt(t.value,10))?r=1e3:~~r<200&&(r=200),s.height=r):\"link\"===t.message&&(r=new URL(s.getAttribute(\"src\")),n=new URL(t.value),c.test(n.protocol))&&n.host===r.host&&l.activeElement===s&&(d.top.location.href=t.value))}},d.addEventListener(\"message\",d.wp.receiveEmbedMessage,!1),l.addEventListener(\"DOMContentLoaded\",function(){for(var e,t,s=l.querySelectorAll(\"iframe.wp-embedded-content\"),r=0;r<s.length;r++)(t=(e=s[r]).getAttribute(\"data-secret\"))||(t=Math.random().toString(36).substring(2,12),e.src+=\"#?secret=\"+t,e.setAttribute(\"data-secret\",t)),e.contentWindow.postMessage({message:\"ready\",secret:t},\"*\")},!1)))}(window,document);\n\/\/# sourceURL=https:\/\/divulga.unila.edu.br\/interclinica\/wp-includes\/js\/wp-embed.min.js\n\/* ]]> *\/\n<\/script>\n","description":"Valida\u00e7\u00e3o e adapta\u00e7\u00e3o para contexto brasileiro da \u2018Escala de Opress\u00e3o Racial Internalizada\u2019: uma oportunidade de descoloniza\u00e7\u00e3o dos saberes psi (2023-2025) Aprovada pelo Comit\u00ea de \u00c9tica em Pesquisa (CAEE: 77966323.0.0000.8527), seu objetivo principal \u00e9 validar e adaptar a \u201cEscala de Opress\u00e3o Racial Internalizada\u201d do contexto estadunidense onde foi produzida para o contexto brasileiro, contribuindo para a discuss\u00e3o sobre o papel que o construto da \u201copress\u00e3o racial internalizada\u201d pode ter numa cl\u00ednica antirracista e, portanto, comprometida com a transforma\u00e7\u00e3o das iniquidades \u00e9tnico-raciais. No \u00e2mbito deste projeto, est\u00e3o sendo desenvolvidas duas pesquisas de inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica intituladas: a) Escalas psicom\u00e9tricas brasileiras para a mensura\u00e7\u00e3o do racismo e da opress\u00e3o racial internalizada: uma revis\u00e3o integrativa da literatura; b) Sa\u00fade mental da popula\u00e7\u00e3o negra: uma revis\u00e3o integrativa de literatura; c) Opress\u00e3o racial internalizada e autoestima: um estudo explorat\u00f3rio pela an\u00e1lise de redes psicom\u00e9tricas; e d) Opress\u00e3o racial internalizada e experi\u00eancia da discrimina\u00e7\u00e3o: um estudo explorat\u00f3rio pela an\u00e1lise de redes psicom\u00e9tricas. Os efeitos da discrimina\u00e7\u00e3o racial no c\u00e9rebro: evid\u00eancias por biomarcadores em perspectiva ecossocial (2025-2030) O programa de pesquisa intitulado \u201cOs efeitos da discrimina\u00e7\u00e3o racial no c\u00e9rebro: evid\u00eancias por biomarcadores em perspectiva ecossocial\u201d pretende produzir evid\u00eancias cient\u00edficas sobre os impactos do racismo em suas diferentes manifesta\u00e7\u00f5es sobre a estrutura e a fun\u00e7\u00e3o do c\u00e9rebro em pessoas negras pela observa\u00e7\u00e3o de marcadores biol\u00f3gicos que permitam vincular a experi\u00eancia social da discrimina\u00e7\u00e3o racial a altera\u00e7\u00f5es psicofisiol\u00f3gicas, a altera\u00e7\u00f5es no funcionamenro de regi\u00f5es cerebrais e\/ou a mecanismos epigen\u00e9ticos. Como um conjunto organizado de estudos interligados, est\u00e1 composto de cinco subprojetos, cada qual com metodologias pr\u00f3prias e em colabora\u00e7\u00e3o com distintas \u00e1reas do conhecimento, a saber: I) Revis\u00f5es sistem\u00e1ticas e meta-an\u00e1lises; II &#8211; Estudos de Caso-Controle com Popula\u00e7\u00f5es Espec\u00edficas; III &#8211; Estudos Transversais com Medidas Impl\u00edcitas e Biomarcadores; IV &#8211; Pesquisa Qualitativa com An\u00e1lise de Narrativas; e V &#8211; Interven\u00e7\u00f5es Breves e Medi\u00e7\u00e3o de Respostas. Subjacente ao objetivo geral proposto est\u00e1 a hip\u00f3tese de que a experi\u00eancia social discriminat\u00f3ria gera dano biol\u00f3gico, pois, conforme postula a teoria ecossocial, a corporifica\u00e7\u00e3o [embodiment] do sofrimento ps\u00edquico da popula\u00e7\u00e3o negra decorre das hierarquias de poder materializadas nos ambientes f\u00edsicos, sociais e pol\u00edticos concretos marcados por desigualdades e iniquidades raciais de v\u00e1rias ordens. Credita-se ao conhecimento advindo da articula\u00e7\u00e3o da realidade s\u00f3cio-hist\u00f3rica e da neurobiologia a possibilidade de ser um catalisador importante para o combate do racismo e de seus efeitos negativos na vida e na sa\u00fade de pessoas negras, reiterando o compromisso da neuropsicologia e de outras \u00e1reas das neuroci\u00eancias com uma sociedade livre de preconceito, de discrimina\u00e7\u00e3o e de racismo. Rorschach e os m\u00e9todos projetivos: constru\u00e7\u00e3o de par\u00e2metros interpretativos para contextos sociais e culturais diversos \u201cRorschach e os m\u00e9todos projetivos: constru\u00e7\u00e3o de par\u00e2metros interpretativos para contextos sociais e culturais diversos\u201d \u00e9 um projeto de pesquisa voltado para a produ\u00e7\u00e3o de refer\u00eancias para a interpreta\u00e7\u00e3o de testes projetivos, considerando suas aplica\u00e7\u00f5es em diversos contextos sociais e culturais. No \u00e2mbito deste objetivo geral, destacam-se os seguintes objetivos espec\u00edficos: a) analisar como o teste de Rorschach pode identificar tra\u00e7os psicol\u00f3gicos associados ao estresse, discrimina\u00e7\u00e3o e exclus\u00e3o social; b) estudar os fatores de resili\u00eancia e os mecanismos de enfrentamento utilizados por grupos historicamente exclu\u00eddos para lidar com a discrimina\u00e7\u00e3o e a viol\u00eancia em \u00e1reas de fronteiras; c) explorar como a exclus\u00e3o social influencia a din\u00e2mica psicol\u00f3gica e emocional da popula\u00e7\u00e3o alvo do preconceito e de discrimina\u00e7\u00e3o em contextos de fronteira. Reabilita\u00e7\u00e3o Neuropsicol\u00f3gica Corpo-Politicamente Orientada Partindo da hip\u00f3tese segundo a qual discrimina\u00e7\u00e3o, corpo, afeto e fun\u00e7\u00e3o cognitiva se co-determinam, a pesquisa busca fundamentar interven\u00e7\u00f5es socialmente referenciadas, de maneira a restaurar n\u00e3o apenas desempenho, mas tamb\u00e9m pertencimento, seguran\u00e7a, autonomia e possibilidade de futuro em sujeitos historicamente vulnerabilizados. Para tanto, articulamos, de forma sistematizada e epistemologicamente fundamentada, quatro matrizes te\u00f3ricas convergentes numa perspectiva de corpo-politicamente orientada: (a) os sistemas funcionais din\u00e2micos de Alexander Luria; (b) a afetividade e a consci\u00eancia encarnada de Mark Solms; (c) os sistemas emocionais prim\u00e1rios de Jaak Panksepp; e (d) a cogni\u00e7\u00e3o corporificada de Annalisa Risoli. O projeto desloca a no\u00e7\u00e3o de \u201cesquema corporal\u201d para falar de um \u201cesquema corporal hist\u00f3rico-social\u201d pelo qual se reconhece a discrimina\u00e7\u00e3o n\u00e3o apenas em sua dimens\u00e3o narrativa e\/ou social, mas tamb\u00e9m em seu aspecto corporal, afetivo e funcional, que imprime marcas no esquema corporal, no senso de ag\u00eancia, na orienta\u00e7\u00e3o espacial e no funcionamento executivo do sujeito alvo da opress\u00e3o. Exclus\u00e3o e dor social no contexto brasileiro: uma adapta\u00e7\u00e3o do paradigma cyberball O estudo investiga os efeitos da exclus\u00e3o social com marcador racial expl\u00edcito sobre a dor social percebida, as necessidades psicol\u00f3gicas amea\u00e7adas e o bem-estar emocional de participantes negros e brancos no contexto brasileiro, utilizando o paradigma Cyberball \u2014 jogo computadorizado no qual o participante \u00e9 gradualmente exclu\u00eddo por avatares cujo tom de pele \u00e9 manipulado experimentalmente. Partindo da interface entre a neuroci\u00eancia da dor social, que demonstra a sobreposi\u00e7\u00e3o entre dor f\u00edsica e exclus\u00e3o interpessoal nos substratos neurais do c\u00f3rtex cingulado anterior dorsal e da \u00ednsula anterior, e da perspectiva decolonial de Frantz Fanon sobre a aliena\u00e7\u00e3o do corpo negro e o sofrimento ps\u00edquico produzido pelo racismo, a pesquisa se debru\u00e7a sobre como a identidade racial e a opress\u00e3o racial internalizada moderam os efeitos da exclus\u00e3o. O estudo representa uma adapta\u00e7\u00e3o brasileira do paradigma Cyberball com manipula\u00e7\u00e3o expl\u00edcita de ra\u00e7a, contribuindo para a compreens\u00e3o dos mecanismos psicol\u00f3gicos do racismo estrutural e oferecendo subs\u00eddios cient\u00edficos para pol\u00edticas de sa\u00fade mental antirracista."}