{"id":285,"date":"2023-11-03T18:19:00","date_gmt":"2023-11-03T21:19:00","guid":{"rendered":"https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/?p=285"},"modified":"2023-11-03T18:19:01","modified_gmt":"2023-11-03T21:19:01","slug":"a-voz-do-bairro-claudio-silva","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/2023\/11\/03\/a-voz-do-bairro-claudio-silva\/","title":{"rendered":"A Voz do bairro &#8211; Cl\u00e1udio Silva"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Nessa edi\u00e7\u00e3o da Gazeta Popular da Sa\u00fade, Cl\u00e1udio do Nascimento Silva, morador da Vila C, se apresenta e solta a voz sobre o passado, o presente, as mudan\u00e7as e as necessidades que envolvem o bairro onde vive h\u00e1 mais de 20 anos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Todos sabem que a Vila C \u00e9 um bairro cheio de hist\u00f3rias desde o seu in\u00edcio, durante a constru\u00e7\u00e3o da usina de Itaipu. Hoje, as pessoas se encontram nas ruas e nos locais que remontam a esses tempos e compartilham hist\u00f3rias, como a de Cl\u00e1udio:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cFui atingido por algu\u00e9m que estava dirigindo a uma velocidade muito alta, se houvesse um posto policial, talvez ele n\u00e3o estivesse cometendo essa imprud\u00eancia. \u201cAinda estou me recuperando, enfrentando dificuldades, perdi a vis\u00e3o do olho esquerdo quase um ano atr\u00e1s. Gra\u00e7as a Deus, houve uma melhora significativa e recuperei minha vis\u00e3o. Fiquei cego por quase um ano.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Ele ainda destaca que um dos problemas mais urgentes que sente no bairro \u00e9 a falta de um posto policial. Antigamente, t\u00ednhamos um, mas foi removido. Acredito que, se o tiv\u00e9ssemos, situa\u00e7\u00f5es como o acidente que sofri poderiam ser evitadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Relembrando dos seus primeiros anos na Vila C, Cl\u00e1udio conta que o bairro costumava ser um lugar totalmente aberto, sem muros ou grades, era como um grande condom\u00ednio, onde todos se conheciam e interagiam livremente. Havia poucas \u00e1rvores naquela \u00e9poca tamb\u00e9m, n\u00e3o havia muitos estabelecimentos comerciais, apenas um mercado na Vila C Velha e outro na Vila C Nova, junto com uma farm\u00e1cia. Compara o bairro de antigamente, citando o quanto cresceu e que mudou significativamente:<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cApesar de todas essas mudan\u00e7as, o esp\u00edrito comunit\u00e1rio do nosso bairro permanece, as pessoas ainda se conhecem e interagem, mesmo que tenhamos passado por v\u00e1rias transforma\u00e7\u00f5es ao longo dos anos. A hist\u00f3ria do nosso bairro \u00e9 rica e continua a evoluir com o tempo.\u201d&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"841\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2023\/11\/Captura-de-Tela-2023-11-03-as-18.17.17-841x1024.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-286\" style=\"aspect-ratio:0.8211243611584327;width:324px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2023\/11\/Captura-de-Tela-2023-11-03-as-18.17.17-841x1024.png 841w, https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2023\/11\/Captura-de-Tela-2023-11-03-as-18.17.17-246x300.png 246w, https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2023\/11\/Captura-de-Tela-2023-11-03-as-18.17.17-768x935.png 768w, https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2023\/11\/Captura-de-Tela-2023-11-03-as-18.17.17-205x250.png 205w, https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2023\/11\/Captura-de-Tela-2023-11-03-as-18.17.17-480x585.png 480w, https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2023\/11\/Captura-de-Tela-2023-11-03-as-18.17.17-816x994.png 816w, https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2023\/11\/Captura-de-Tela-2023-11-03-as-18.17.17.png 964w\" sizes=\"(max-width: 841px) 100vw, 841px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>No que se refere \u00e0 sa\u00fade, Cl\u00e1udio considera a infraestrutura razo\u00e1vel, citando que na ocorr\u00eancia de um surto ou situa\u00e7\u00e3o emergencial, o sistema de sa\u00fade responde: <em>\u201cA UPA (Unidade de Pronto Atendimento) \u00e9 nosso principal recurso em casos de emerg\u00eancia, e embora existam desafios, n\u00e3o podemos reclamar muito. A pandemia, \u00e9 claro, trouxe uma nova camada de complexidade, foi algo que ningu\u00e9m esperava. Em minha experi\u00eancia pessoal, n\u00e3o precisei de muita assist\u00eancia m\u00e9dica, mas meu pai foi internado duas vezes, e ainda acredito que poderia ser pior, especialmente em termos de disponibilidade de m\u00e9dicos.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Quanto \u00e0s necessidades cotidianas, nosso entrevistado cita dificuldades no lado norte do bairro, como a falta de um banco e uma lot\u00e9rica, pois muitos idosos que n\u00e3o est\u00e3o familiarizados com a tecnologia, ainda n\u00e3o usam o \u201cpix\u201c, ent\u00e3o precisam ir at\u00e9 a Vila A ou mesmo ao centro para acessar esses servi\u00e7os.<\/p>\n\n\n\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, elogia: <em>\u201cSomos privilegiados em nosso bairro, temos escola municipal, escola estadual e at\u00e9 mesmo faculdades pr\u00f3ximas, incluindo institui\u00e7\u00f5es federais e estaduais, al\u00e9m das v\u00e1rias escolas particulares na regi\u00e3o. A proximidade dessas institui\u00e7\u00f5es torna o acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o muito f\u00e1cil para os moradores, proporcionando uma base s\u00f3lida para o aprendizado e facilitando o desenvolvimento educacional das crian\u00e7as e jovens do bairro\u201d.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, Cl\u00e1udio destaca que as diferen\u00e7as no bairro com o passar dos anos s\u00e3o enormes:<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cA entrada e sa\u00edda da Vila C eram limitadas \u00e0 Tancredo Neves, posteriormente, uma estrada foi constru\u00edda at\u00e9 Tr\u00eas Lagoas, era uma estrada de ch\u00e3o muito ruim na \u00e9poca, ent\u00e3o t\u00ednhamos que dar uma volta grande para ir \u00e0 Vila A, ao centro ou para viagens at\u00e9 Tr\u00eas Lagoas. Agora, temos avenidas que se estendem em v\u00e1rias dire\u00e7\u00f5es, com um acesso muito melhor. Antigamente, \u00e9ramos uma regi\u00e3o bastante pobre, quase um p\u00e2ntano, no entanto, o asfalto foi ampliado consideravelmente, melhorando muito a infraestrutura. Hoje, a maioria das ruas do bairro est\u00e1 asfaltada, houve uma grande melhoria.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Perguntado sobre sua opini\u00e3o geral sobre a Vila C, rapidamente responde:<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cApesar dessas dificuldades, nosso bairro \u00e9 um lugar agrad\u00e1vel para se viver, as pessoas s\u00e3o carism\u00e1ticas e educadas, nossos terrenos s\u00e3o espa\u00e7osos e bem localizados, proporcionando um ambiente sereno e tranquilo.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Reportagem:<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Katherine Vega e Magdalina Vilamar<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nessa edi\u00e7\u00e3o da Gazeta Popular da Sa\u00fade, Cl\u00e1udio do Nascimento Silva, morador da Vila C, se apresenta e solta a voz sobre o passado, o presente, as mudan\u00e7as e as necessidades que envolvem o bairro onde vive h\u00e1 mais de 20 anos. Todos sabem que a Vila C \u00e9 um bairro cheio de hist\u00f3rias desde o seu in\u00edcio, durante a constru\u00e7\u00e3o da usina de Itaipu. Hoje, as pessoas se encontram nas ruas e nos locais que remontam a esses tempos e compartilham hist\u00f3rias, como a de Cl\u00e1udio:&nbsp; \u201cFui atingido por algu\u00e9m que estava dirigindo a uma velocidade muito alta, se houvesse um posto policial, talvez ele n\u00e3o estivesse cometendo essa imprud\u00eancia. \u201cAinda estou me recuperando, enfrentando dificuldades, perdi a vis\u00e3o do olho esquerdo quase um ano atr\u00e1s. Gra\u00e7as a Deus, houve uma melhora significativa e recuperei minha vis\u00e3o. Fiquei cego por quase um ano.\u201d Ele ainda destaca que um dos problemas mais urgentes que sente no bairro \u00e9 a falta de um posto policial. Antigamente, t\u00ednhamos um, mas foi removido. Acredito que, se o tiv\u00e9ssemos, situa\u00e7\u00f5es como o acidente que sofri poderiam ser evitadas. Relembrando dos seus primeiros anos na Vila C, Cl\u00e1udio conta que o bairro costumava ser um lugar totalmente aberto, sem muros ou grades, era como um grande condom\u00ednio, onde todos se conheciam e interagiam livremente. Havia poucas \u00e1rvores naquela \u00e9poca tamb\u00e9m, n\u00e3o havia muitos estabelecimentos comerciais, apenas um mercado na Vila C Velha e outro na Vila C Nova, junto com uma farm\u00e1cia. Compara o bairro de antigamente, citando o quanto cresceu e que mudou significativamente: \u201cApesar de todas essas mudan\u00e7as, o esp\u00edrito comunit\u00e1rio do nosso bairro permanece, as pessoas ainda se conhecem e interagem, mesmo que tenhamos passado por v\u00e1rias transforma\u00e7\u00f5es ao longo dos anos. 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Em minha experi\u00eancia pessoal, n\u00e3o precisei de muita assist\u00eancia m\u00e9dica, mas meu pai foi internado duas vezes, e ainda acredito que poderia ser pior, especialmente em termos de disponibilidade de m\u00e9dicos.\u201d Quanto \u00e0s necessidades cotidianas, nosso entrevistado cita dificuldades no lado norte do bairro, como a falta de um banco e uma lot\u00e9rica, pois muitos idosos que n\u00e3o est\u00e3o familiarizados com a tecnologia, ainda n\u00e3o usam o \u201cpix\u201c, ent\u00e3o precisam ir at\u00e9 a Vila A ou mesmo ao centro para acessar esses servi\u00e7os. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, elogia: \u201cSomos privilegiados em nosso bairro, temos escola municipal, escola estadual e at\u00e9 mesmo faculdades pr\u00f3ximas, incluindo institui\u00e7\u00f5es federais e estaduais, al\u00e9m das v\u00e1rias escolas particulares na regi\u00e3o. A proximidade dessas institui\u00e7\u00f5es torna o acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o muito f\u00e1cil para os moradores, proporcionando uma base s\u00f3lida para o aprendizado e facilitando o desenvolvimento educacional das crian\u00e7as e jovens do bairro\u201d. Por fim, Cl\u00e1udio destaca que as diferen\u00e7as no bairro com o passar dos anos s\u00e3o enormes: \u201cA entrada e sa\u00edda da Vila C eram limitadas \u00e0 Tancredo Neves, posteriormente, uma estrada foi constru\u00edda at\u00e9 Tr\u00eas Lagoas, era uma estrada de ch\u00e3o muito ruim na \u00e9poca, ent\u00e3o t\u00ednhamos que dar uma volta grande para ir \u00e0 Vila A, ao centro ou para viagens at\u00e9 Tr\u00eas Lagoas. Agora, temos avenidas que se estendem em v\u00e1rias dire\u00e7\u00f5es, com um acesso muito melhor. Antigamente, \u00e9ramos uma regi\u00e3o bastante pobre, quase um p\u00e2ntano, no entanto, o asfalto foi ampliado consideravelmente, melhorando muito a infraestrutura. 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Relembrando dos seus primeiros anos na Vila C, Cl\u00e1udio conta que o bairro costumava ser um lugar totalmente aberto, sem muros ou grades, era como um grande condom\u00ednio, onde todos se conheciam e interagiam livremente. Havia poucas \u00e1rvores naquela \u00e9poca tamb\u00e9m, n\u00e3o havia muitos estabelecimentos comerciais, apenas um mercado na Vila C Velha e outro na Vila C Nova, junto com uma farm\u00e1cia. Compara o bairro de antigamente, citando o quanto cresceu e que mudou significativamente: \u201cApesar de todas essas mudan\u00e7as, o esp\u00edrito comunit\u00e1rio do nosso bairro permanece, as pessoas ainda se conhecem e interagem, mesmo que tenhamos passado por v\u00e1rias transforma\u00e7\u00f5es ao longo dos anos. 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Em minha experi\u00eancia pessoal, n\u00e3o precisei de muita assist\u00eancia m\u00e9dica, mas meu pai foi internado duas vezes, e ainda acredito que poderia ser pior, especialmente em termos de disponibilidade de m\u00e9dicos.\u201d Quanto \u00e0s necessidades cotidianas, nosso entrevistado cita dificuldades no lado norte do bairro, como a falta de um banco e uma lot\u00e9rica, pois muitos idosos que n\u00e3o est\u00e3o familiarizados com a tecnologia, ainda n\u00e3o usam o \u201cpix\u201c, ent\u00e3o precisam ir at\u00e9 a Vila A ou mesmo ao centro para acessar esses servi\u00e7os. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, elogia: \u201cSomos privilegiados em nosso bairro, temos escola municipal, escola estadual e at\u00e9 mesmo faculdades pr\u00f3ximas, incluindo institui\u00e7\u00f5es federais e estaduais, al\u00e9m das v\u00e1rias escolas particulares na regi\u00e3o. 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Todos sabem que a Vila C \u00e9 um bairro cheio de hist\u00f3rias desde o seu in\u00edcio, durante a constru\u00e7\u00e3o da usina de Itaipu. Hoje, as pessoas se encontram nas ruas e nos locais que remontam a esses tempos e compartilham hist\u00f3rias, como a de Cl\u00e1udio:&nbsp; \u201cFui atingido por algu\u00e9m que estava dirigindo a uma velocidade muito alta, se houvesse um posto policial, talvez ele n\u00e3o estivesse cometendo essa imprud\u00eancia. \u201cAinda estou me recuperando, enfrentando dificuldades, perdi a vis\u00e3o do olho esquerdo quase um ano atr\u00e1s. Gra\u00e7as a Deus, houve uma melhora significativa e recuperei minha vis\u00e3o. Fiquei cego por quase um ano.\u201d Ele ainda destaca que um dos problemas mais urgentes que sente no bairro \u00e9 a falta de um posto policial. Antigamente, t\u00ednhamos um, mas foi removido. Acredito que, se o tiv\u00e9ssemos, situa\u00e7\u00f5es como o acidente que sofri poderiam ser evitadas. Relembrando dos seus primeiros anos na Vila C, Cl\u00e1udio conta que o bairro costumava ser um lugar totalmente aberto, sem muros ou grades, era como um grande condom\u00ednio, onde todos se conheciam e interagiam livremente. Havia poucas \u00e1rvores naquela \u00e9poca tamb\u00e9m, n\u00e3o havia muitos estabelecimentos comerciais, apenas um mercado na Vila C Velha e outro na Vila C Nova, junto com uma farm\u00e1cia. Compara o bairro de antigamente, citando o quanto cresceu e que mudou significativamente: \u201cApesar de todas essas mudan\u00e7as, o esp\u00edrito comunit\u00e1rio do nosso bairro permanece, as pessoas ainda se conhecem e interagem, mesmo que tenhamos passado por v\u00e1rias transforma\u00e7\u00f5es ao longo dos anos. A hist\u00f3ria do nosso bairro \u00e9 rica e continua a evoluir com o tempo.\u201d&nbsp; No que se refere \u00e0 sa\u00fade, Cl\u00e1udio considera a infraestrutura razo\u00e1vel, citando que na ocorr\u00eancia de um surto ou situa\u00e7\u00e3o emergencial, o sistema de sa\u00fade responde: \u201cA UPA (Unidade de Pronto Atendimento) \u00e9 nosso principal recurso em casos de emerg\u00eancia, e embora existam desafios, n\u00e3o podemos reclamar muito. A pandemia, \u00e9 claro, trouxe uma nova camada de complexidade, foi algo que ningu\u00e9m esperava. Em minha experi\u00eancia pessoal, n\u00e3o precisei de muita assist\u00eancia m\u00e9dica, mas meu pai foi internado duas vezes, e ainda acredito que poderia ser pior, especialmente em termos de disponibilidade de m\u00e9dicos.\u201d Quanto \u00e0s necessidades cotidianas, nosso entrevistado cita dificuldades no lado norte do bairro, como a falta de um banco e uma lot\u00e9rica, pois muitos idosos que n\u00e3o est\u00e3o familiarizados com a tecnologia, ainda n\u00e3o usam o \u201cpix\u201c, ent\u00e3o precisam ir at\u00e9 a Vila A ou mesmo ao centro para acessar esses servi\u00e7os. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, elogia: \u201cSomos privilegiados em nosso bairro, temos escola municipal, escola estadual e at\u00e9 mesmo faculdades pr\u00f3ximas, incluindo institui\u00e7\u00f5es federais e estaduais, al\u00e9m das v\u00e1rias escolas particulares na regi\u00e3o. A proximidade dessas institui\u00e7\u00f5es torna o acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o muito f\u00e1cil para os moradores, proporcionando uma base s\u00f3lida para o aprendizado e facilitando o desenvolvimento educacional das crian\u00e7as e jovens do bairro\u201d. Por fim, Cl\u00e1udio destaca que as diferen\u00e7as no bairro com o passar dos anos s\u00e3o enormes: \u201cA entrada e sa\u00edda da Vila C eram limitadas \u00e0 Tancredo Neves, posteriormente, uma estrada foi constru\u00edda at\u00e9 Tr\u00eas Lagoas, era uma estrada de ch\u00e3o muito ruim na \u00e9poca, ent\u00e3o t\u00ednhamos que dar uma volta grande para ir \u00e0 Vila A, ao centro ou para viagens at\u00e9 Tr\u00eas Lagoas. Agora, temos avenidas que se estendem em v\u00e1rias dire\u00e7\u00f5es, com um acesso muito melhor. Antigamente, \u00e9ramos uma regi\u00e3o bastante pobre, quase um p\u00e2ntano, no entanto, o asfalto foi ampliado consideravelmente, melhorando muito a infraestrutura. 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