{"id":180,"date":"2023-11-03T17:35:46","date_gmt":"2023-11-03T20:35:46","guid":{"rendered":"https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/?p=180"},"modified":"2023-11-03T17:35:48","modified_gmt":"2023-11-03T20:35:48","slug":"saude-que-cola-na-escola","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/2023\/11\/03\/saude-que-cola-na-escola\/","title":{"rendered":"Sa\u00fade que cola na escola"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Adentraremos em um tema muito interessante que possui total conex\u00e3o com sa\u00fade&#8230;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A educa\u00e7\u00e3o. Isso mesmo, a educa\u00e7\u00e3o est\u00e1 diretamente ligada \u00e0 sa\u00fade. \u00c9 a partir da educa\u00e7\u00e3o que temos a oportunidade de transformar e enxergar as coisas al\u00e9m da nossa realidade. E por falar em educa\u00e7\u00e3o, qual a primeira palavra que vem \u00e0 nossa mente? Escola.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A escola \u00e9 onde come\u00e7amos a adquirir conhecimento, podemos dizer at\u00e9 que \u00e9 onde come\u00e7amos a nos comunicar com o lado de fora da nossa caixinha, com as pessoas que est\u00e3o al\u00e9m do nosso \u00e2mbito familiar. \u00c9 onde nos preparamos para a vida futura, onde criamos afetos, decidimos nos dedicar a alguma profiss\u00e3o, descobrimos nossas habilidades e desenvolvemos nossos potenciais. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para a realiza\u00e7\u00e3o de todas essas possibilidades, a comunidade da t\u00e3o amada Vila C conta com seis institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas de ensino, duas Escolas Estaduais, duas Escolas Municipais de Ensino Fundamental (EMEF) e dois Centros Municipais de Educa\u00e7\u00e3o Infantil (CMEI), a seguir: Col\u00e9gio Estadual Prof. Flavio Warken, Col\u00e9gio Estadual Paulo Freire, EMEF Arnaldo Isidoro De Lima, EMEF Padre Luigi Salvucci, CMEI Jos\u00e9 Bento Vidal e CMEI Flor de Lis.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Tr\u00eas dessas escolas, EMEF Padre Luigi Salvucci, CMEI Jos\u00e9 Bento Vidal e CMEI Flor de Lis,&nbsp; participam de um programa excelente que busca integrar a educa\u00e7\u00e3o e a sa\u00fade para uma melhor qualidade de vida da popula\u00e7\u00e3o brasileira, o chamado PSE (Programa Sa\u00fade na Escola), cujo principal objetivo, segundo o Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o, \u00e9 \u201ccontribuir para a forma\u00e7\u00e3o integral dos estudantes por meio de a\u00e7\u00f5es de promo\u00e7\u00e3o, preven\u00e7\u00e3o e aten\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade, com vistas ao enfrentamento das vulnerabilidades que comprometem o pleno desenvolvimento de crian\u00e7as e jovens da rede p\u00fablica de ensino\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Pensando nisso, desenvolvemos essa coluna com o objetivo de dar voz aos profissionais que trabalham atuando em prol da educa\u00e7\u00e3o. Nessa edi\u00e7\u00e3o da Gazeta foi a oportunidade de Erika Velcheff Lobl, professora do Col\u00e9gio Prof. Flavio Warken, escrever a diversidade dos v\u00e1rios estudantes naturais de outros pa\u00edses e o acolhimento recebido atrav\u00e9s dos profissionais e alunos nas escolas da Vila C, especialmente na qual ela atua.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Brasil, terra de todos<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><em>por Erika Velcheff Lobl<\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"601\" src=\"https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2023\/11\/Captura-de-Tela-2023-11-03-as-17.34.43-1024x601.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-181\" srcset=\"https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2023\/11\/Captura-de-Tela-2023-11-03-as-17.34.43-1024x601.png 1024w, https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2023\/11\/Captura-de-Tela-2023-11-03-as-17.34.43-300x176.png 300w, https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2023\/11\/Captura-de-Tela-2023-11-03-as-17.34.43-768x451.png 768w, https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2023\/11\/Captura-de-Tela-2023-11-03-as-17.34.43-205x120.png 205w, https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2023\/11\/Captura-de-Tela-2023-11-03-as-17.34.43-480x282.png 480w, https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2023\/11\/Captura-de-Tela-2023-11-03-as-17.34.43-816x479.png 816w, https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2023\/11\/Captura-de-Tela-2023-11-03-as-17.34.43.png 1236w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Ao chegar ao col\u00e9gio, nos deparamos com todo tipo de aluno. H\u00e1 aquele que vem correndo para te abra\u00e7ar, emocionado (e suado\u2026), feliz; aquele que vem discretamente pedindo aten\u00e7\u00e3o; os que a gente tem vontade de botar num potinho e levar para casa; os bagunceiros, terr\u00edveis, que acabam roubando o nosso cora\u00e7\u00e3o. Mas, dentre todos esses, cada vez mais, nos deparamos com umas carinhas que muitas vezes pedem um socorro silencioso. Quando nos aproximamos, num \u201coi\u201d t\u00edmido ou um \u201cpresente\u201d na hora da chamada ouvimos um sotaque diferente e descobrimos que aquele aluno vem de longe, de outro pa\u00eds. S\u00e3o muitas crian\u00e7as e jovens que est\u00e3o num mundo totalmente novo para eles, rodeados de d\u00favidas e medos. Com certeza, voc\u00ea conhece algu\u00e9m nessa situa\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Mas, por que eles v\u00eam para c\u00e1? Poder\u00edamos dizer que o Brasil \u00e9 um pa\u00eds com cora\u00e7\u00e3o. O brasileiro \u00e9 famoso por sua simpatia, o que se reflete nas escolas. Os alunos novos v\u00e3o se misturando rapidamente com os demais e isso nos ensina muito. O ser humano, que \u00e9 intrinsicamente ego\u00edsta, mostra nas crian\u00e7as essa capacidade de socializar, de colaborar, de se ajudar. Ver aqueles pequenos se virando para entender o colega, procurando informa\u00e7\u00f5es, descobrindo curiosidades do lugar de origem do outro, nos faz pensar. Quando chega um aluno novo, os demais costumam ficar emocionados, mas quando ele vem de um lugar diferente, eles ficam mais entusiasmados ainda. Acham \u201clegal\u201d contar que tem um amigo de outro pa\u00eds. \u201cProf., prof.! Sabia que tem colega novo? Sabia que ele \u00e9 da Venezuela?\u201d (ou de Cuba, do Haiti, do Chile, de Honduras, etc.). Talvez, seja como se eles viajassem um pouco para esse destino desconhecido? O fato \u00e9 que essa experi\u00eancia s\u00f3 traz benef\u00edcios.<\/p>\n\n\n\n<p>A Vila C, em especial, se caracteriza por ser um bairro internacional. Caminhando pelas ruas, supermercado, farm\u00e1cia, com\u00e9rcios, temos essa mesma sensa\u00e7\u00e3o que vemos na escola. Diferentes idiomas e sotaques misturados.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Venho de uma fam\u00edlia de imigrantes e, aqui foi onde meus pais criaram as suas ra\u00edzes. Da mesma forma, eu tamb\u00e9m trouxe meus filhos de outro pa\u00eds e, provei disso pessoalmente. Eles passaram por essa situa\u00e7\u00e3o de imigrantes duas vezes, inclusive. Na Espanha, onde nasceram, mas sendo filhos de brasileiros, acabavam sendo como estrangeiros. Quando viemos morar no Brasil, sendo europeus, mas filhos de brasileiros, passaram a ser imigrantes de verdade. Entretanto, por mais que chamassem a aten\u00e7\u00e3o dos demais, o coment\u00e1rio sempre era: \u201cQue legal! Mas e como \u00e9 l\u00e1?\u201d A conclus\u00e3o a que podemos chegar \u00e9 que, no fim das contas, o fato de ser imigrante ajuda na socializa\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O Brasil \u00e9 um pa\u00eds de todos. Pa\u00eds que rece be de bra\u00e7os abertos os que se aventuram por aqui, que buscam novas oportunidades, novas chances, uma nova vida. Que seja assim sempre, porque n\u00f3s, brasileiros, um dia talvez tenhamos que deixar este cantinho seguro por uma terra com sons e sabores novos, desconhecidos. Fa\u00e7a para o pr\u00f3ximo o que voc\u00ea quer que fa\u00e7am por voc\u00ea. Sigamos o exemplo destas crian\u00e7as, recebendo quem vem de t\u00e3o longe procurando oportunidades.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Caso essa mat\u00e9ria tenha despertado o escritor que h\u00e1 em voc\u00ea, profissional da educa\u00e7\u00e3o, e quando dizemos profissional da educa\u00e7\u00e3o, queremos dizer todo e qualquer profissional atuante na escola, professores, diretores, agentes da limpeza, cozinheiros, coordenadores, pedagogos, entrem em contato com a Gazeta, para escrever, informar ou at\u00e9 divulgar um projeto relacionado ao tema educa\u00e7\u00e3o e sa\u00fade ao qual estiver envolvido&#8230; Adorar\u00edamos que voc\u00eas fizessem cada vez mais parte do vosso Jornal!<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Reportagem:&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Larissa Xavier e Vit\u00f3ria N\u00edmia<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Adentraremos em um tema muito interessante que possui total conex\u00e3o com sa\u00fade&#8230; A educa\u00e7\u00e3o. Isso mesmo, a educa\u00e7\u00e3o est\u00e1 diretamente ligada \u00e0 sa\u00fade. \u00c9 a partir da educa\u00e7\u00e3o que temos a oportunidade de transformar e enxergar as coisas al\u00e9m da nossa realidade. E por falar em educa\u00e7\u00e3o, qual a primeira palavra que vem \u00e0 nossa mente? Escola.&nbsp; A escola \u00e9 onde come\u00e7amos a adquirir conhecimento, podemos dizer at\u00e9 que \u00e9 onde come\u00e7amos a nos comunicar com o lado de fora da nossa caixinha, com as pessoas que est\u00e3o al\u00e9m do nosso \u00e2mbito familiar. \u00c9 onde nos preparamos para a vida futura, onde criamos afetos, decidimos nos dedicar a alguma profiss\u00e3o, descobrimos nossas habilidades e desenvolvemos nossos potenciais. &nbsp; Para a realiza\u00e7\u00e3o de todas essas possibilidades, a comunidade da t\u00e3o amada Vila C conta com seis institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas de ensino, duas Escolas Estaduais, duas Escolas Municipais de Ensino Fundamental (EMEF) e dois Centros Municipais de Educa\u00e7\u00e3o Infantil (CMEI), a seguir: Col\u00e9gio Estadual Prof. Flavio Warken, Col\u00e9gio Estadual Paulo Freire, EMEF Arnaldo Isidoro De Lima, EMEF Padre Luigi Salvucci, CMEI Jos\u00e9 Bento Vidal e CMEI Flor de Lis.&nbsp; Tr\u00eas dessas escolas, EMEF Padre Luigi Salvucci, CMEI Jos\u00e9 Bento Vidal e CMEI Flor de Lis,&nbsp; participam de um programa excelente que busca integrar a educa\u00e7\u00e3o e a sa\u00fade para uma melhor qualidade de vida da popula\u00e7\u00e3o brasileira, o chamado PSE (Programa Sa\u00fade na Escola), cujo principal objetivo, segundo o Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o, \u00e9 \u201ccontribuir para a forma\u00e7\u00e3o integral dos estudantes por meio de a\u00e7\u00f5es de promo\u00e7\u00e3o, preven\u00e7\u00e3o e aten\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade, com vistas ao enfrentamento das vulnerabilidades que comprometem o pleno desenvolvimento de crian\u00e7as e jovens da rede p\u00fablica de ensino\u201d. Pensando nisso, desenvolvemos essa coluna com o objetivo de dar voz aos profissionais que trabalham atuando em prol da educa\u00e7\u00e3o. Nessa edi\u00e7\u00e3o da Gazeta foi a oportunidade de Erika Velcheff Lobl, professora do Col\u00e9gio Prof. Flavio Warken, escrever a diversidade dos v\u00e1rios estudantes naturais de outros pa\u00edses e o acolhimento recebido atrav\u00e9s dos profissionais e alunos nas escolas da Vila C, especialmente na qual ela atua. Brasil, terra de todos por Erika Velcheff Lobl Ao chegar ao col\u00e9gio, nos deparamos com todo tipo de aluno. H\u00e1 aquele que vem correndo para te abra\u00e7ar, emocionado (e suado\u2026), feliz; aquele que vem discretamente pedindo aten\u00e7\u00e3o; os que a gente tem vontade de botar num potinho e levar para casa; os bagunceiros, terr\u00edveis, que acabam roubando o nosso cora\u00e7\u00e3o. Mas, dentre todos esses, cada vez mais, nos deparamos com umas carinhas que muitas vezes pedem um socorro silencioso. Quando nos aproximamos, num \u201coi\u201d t\u00edmido ou um \u201cpresente\u201d na hora da chamada ouvimos um sotaque diferente e descobrimos que aquele aluno vem de longe, de outro pa\u00eds. S\u00e3o muitas crian\u00e7as e jovens que est\u00e3o num mundo totalmente novo para eles, rodeados de d\u00favidas e medos. Com certeza, voc\u00ea conhece algu\u00e9m nessa situa\u00e7\u00e3o.&nbsp; Mas, por que eles v\u00eam para c\u00e1? Poder\u00edamos dizer que o Brasil \u00e9 um pa\u00eds com cora\u00e7\u00e3o. O brasileiro \u00e9 famoso por sua simpatia, o que se reflete nas escolas. Os alunos novos v\u00e3o se misturando rapidamente com os demais e isso nos ensina muito. O ser humano, que \u00e9 intrinsicamente ego\u00edsta, mostra nas crian\u00e7as essa capacidade de socializar, de colaborar, de se ajudar. Ver aqueles pequenos se virando para entender o colega, procurando informa\u00e7\u00f5es, descobrindo curiosidades do lugar de origem do outro, nos faz pensar. Quando chega um aluno novo, os demais costumam ficar emocionados, mas quando ele vem de um lugar diferente, eles ficam mais entusiasmados ainda. Acham \u201clegal\u201d contar que tem um amigo de outro pa\u00eds. \u201cProf., prof.! Sabia que tem colega novo? Sabia que ele \u00e9 da Venezuela?\u201d (ou de Cuba, do Haiti, do Chile, de Honduras, etc.). Talvez, seja como se eles viajassem um pouco para esse destino desconhecido? O fato \u00e9 que essa experi\u00eancia s\u00f3 traz benef\u00edcios. A Vila C, em especial, se caracteriza por ser um bairro internacional. Caminhando pelas ruas, supermercado, farm\u00e1cia, com\u00e9rcios, temos essa mesma sensa\u00e7\u00e3o que vemos na escola. Diferentes idiomas e sotaques misturados.&nbsp; Venho de uma fam\u00edlia de imigrantes e, aqui foi onde meus pais criaram as suas ra\u00edzes. Da mesma forma, eu tamb\u00e9m trouxe meus filhos de outro pa\u00eds e, provei disso pessoalmente. Eles passaram por essa situa\u00e7\u00e3o de imigrantes duas vezes, inclusive. Na Espanha, onde nasceram, mas sendo filhos de brasileiros, acabavam sendo como estrangeiros. Quando viemos morar no Brasil, sendo europeus, mas filhos de brasileiros, passaram a ser imigrantes de verdade. Entretanto, por mais que chamassem a aten\u00e7\u00e3o dos demais, o coment\u00e1rio sempre era: \u201cQue legal! Mas e como \u00e9 l\u00e1?\u201d A conclus\u00e3o a que podemos chegar \u00e9 que, no fim das contas, o fato de ser imigrante ajuda na socializa\u00e7\u00e3o.&nbsp; O Brasil \u00e9 um pa\u00eds de todos. Pa\u00eds que rece be de bra\u00e7os abertos os que se aventuram por aqui, que buscam novas oportunidades, novas chances, uma nova vida. Que seja assim sempre, porque n\u00f3s, brasileiros, um dia talvez tenhamos que deixar este cantinho seguro por uma terra com sons e sabores novos, desconhecidos. Fa\u00e7a para o pr\u00f3ximo o que voc\u00ea quer que fa\u00e7am por voc\u00ea. Sigamos o exemplo destas crian\u00e7as, recebendo quem vem de t\u00e3o longe procurando oportunidades. Caso essa mat\u00e9ria tenha despertado o escritor que h\u00e1 em voc\u00ea, profissional da educa\u00e7\u00e3o, e quando dizemos profissional da educa\u00e7\u00e3o, queremos dizer todo e qualquer profissional atuante na escola, professores, diretores, agentes da limpeza, cozinheiros, coordenadores, pedagogos, entrem em contato com a Gazeta, para escrever, informar ou at\u00e9 divulgar um projeto relacionado ao tema educa\u00e7\u00e3o e sa\u00fade ao qual estiver envolvido&#8230; Adorar\u00edamos que voc\u00eas fizessem cada vez mais parte do vosso Jornal! 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