{"id":134,"date":"2023-11-03T17:12:34","date_gmt":"2023-11-03T20:12:34","guid":{"rendered":"https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/?p=134"},"modified":"2023-11-03T17:15:36","modified_gmt":"2023-11-03T20:15:36","slug":"madeirao-e-madeirinha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/2023\/11\/03\/madeirao-e-madeirinha\/","title":{"rendered":"Madeir\u00e3o e\u00a0Madeirinha"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Moradores contam um pouco sobre as antigas Unidades de Sa\u00fade que atendiam a popula\u00e7\u00e3o no tempo da constru\u00e7\u00e3o da Vila C.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Toda Hist\u00f3ria narrada por pessoas mostra o encontro entre as vidas particulares, privadas, dessas pessoas e das suas fam\u00edlias, e o contexto mais geral. Mas quando se trata de sa\u00fade, a impress\u00e3o que se tem \u00e9 a de um v\u00ednculo mais forte ainda. Se queremos, aqui, contar sobre as estruturas, as formas, os problemas do atendimento \u00e0 sa\u00fade das pessoas que moram na Vila C, desde a cria\u00e7\u00e3o do bairro at\u00e9 hoje, o que mais vai aparecer com grande destaque, s\u00e3o justamente elas \u2013 as pessoas. E as suas hist\u00f3rias. E \u2013 quem diria? \u2013 \u00e9 uma hist\u00f3ria de&#8230; madeira! Madeira? Sim! Vamos ver, ent\u00e3o!<\/p>\n\n\n\n<p>Todas as pessoas, ou quase, lembram dela, ali\u00e1s, deles. Como dona Maria Alice: \u201cO Madeirinha era na vila A e o Madeir\u00e3o era aqui, onde j\u00e1 tem o posto de sa\u00fade. Era de madeira n\u00e9, mas parece que pegou fogo depois que foi acabando a obra, a\u00ed eles constru\u00edram de material. Mas a gente ia l\u00e1, mulher que tinha que ganhar nen\u00e9m, j\u00e1 consultava ali e a ambul\u00e2ncia j\u00e1 levava pra Vila A. N\u00e3o ganhava nen\u00e9m aqui n\u00e3o\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Mais detalhes? Com dona Nat\u00e9rcia: \u201cA UBS era o hospital da Itaipu, Madeir\u00e3o, se chamava, porque o Madeirinha era l\u00e1 na Vila A e o Madeir\u00e3o era aqui na Vila C. A\u00ed a UBS de agora era esse Madeir\u00e3o, s\u00f3 que era muito mais novo, muito mais equipado, realmente era um hospital! Eu me lembro de me vacinar l\u00e1, todas as minhas vacinas foram feitas l\u00e1, atendimento m\u00e9dico, exames que a gente precisava, era tudo aqui na vila C. Tamb\u00e9m seu Edson lembra bem: \u201c Tinha ali onde \u00e9 o posto de sa\u00fade, do lado ali era um hospital, era chamado de Madeir\u00e3o, e l\u00e1 na Vila A tinha o mesmo hospital s\u00f3 que era chamado de Madeirinha. Coisas da \u00e9poca! Ent\u00e3o era muito bom, tinha tudo, a gente n\u00e3o precisava sair daqui. Tinha dentista, cl\u00ednico geral, m\u00e9dico pra todas as \u00e1reas, ent\u00e3o nesse ponto a Vila C realmente era uma ilha, a gente n\u00e3o precisava muito ir pro centro\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>E dona Matilde: \u201cEra no Madeir\u00e3o que a gente se consultava. A Santa Casa atendia as pessoas que tinham dinheiro para pagar o particular e os que n\u00e3o tinham dinheiro, era como se fosse um SUS, e tamb\u00e9m n\u00e3o pagava nada. O particular existia l\u00e1 dentro da Santa Casa que era caro igual um hospital particular hoje. Mas n\u00f3s, e os funcion\u00e1rios de Itaipu cheg\u00e1vamos l\u00e1 e \u00e9ramos muito bem atendidos. Voc\u00ea tinha o n\u00famero, tinha os cart\u00f5es, tudo era da Itaipu. Tinha a carteirinha. Era Madeir\u00e3o aqui perto do postinho da Vila C e Madeirinha l\u00e1 na Vila A. Eu tenho saudade de dizer aos filhos que qualquer coisinha que tinha l\u00e1 era o melhor atendimento, os melhores m\u00e9dicos\u201d. E dona Suzinei refor\u00e7a: \u201c\u00c9. E da\u00ed quando voc\u00ea ia para fazer consultas ia&nbsp; pra c\u00e1, no da Vila C e quando voc\u00ea sentia que a doen\u00e7a era mais grave e que precisava ser internado ia para o que ficava na Santa Casa. Eu tenho saudade, hoje, da carteirinha da Itaipu, porque voc\u00ea ia no hospital e era bem tratada, e n\u00e3o precisava pagar nada e ainda quando precisava comprar algum rem\u00e9dio por exemplo, voc\u00ea comprava esse rem\u00e9dio e a Itaipu rep\u00f5e\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o tem jeito: quando se sente saudade \u00e9 porque era bom mesmo, n\u00e3o \u00e9? E a compara\u00e7\u00e3o com o presente \u00e9 um pouco desanimadora, \u00e0s vezes.<\/p>\n\n\n\n<p>Dona Suzinei continua: \u201cNaquela \u00e9poca voc\u00ea ficava doente e ia l\u00e1, j\u00e1 era atendido,&nbsp; nem voltava pra casa e agora deu essa relaxada, agora s\u00e3o muitas pessoas para pouco hospital e para&nbsp; pouco m\u00e9dico. O atendimento ali no postinho antigamente era assim, o m\u00e9dico era manh\u00e3 e&nbsp; tarde. Agora eu moro na rua Curitiba, mas s\u00f3 v\u00e3o me atender \u00e0 tarde. Se eu estiver mal de manh\u00e3, por que ele vai me atender s\u00f3 a tarde? Ou s\u00f3 v\u00e3o me atender no m\u00eas que vem, n\u00e3o \u00e9 justo isso. E agente de sa\u00fade n\u00e3o existe mais n\u00e3o. N\u00e3o passa mais n\u00e3o. Na minha rua pelo menos n\u00e3o passa. L\u00e1 na minha rua nunca mais passou. Passa quando tem pessoas hipertensas, diab\u00e9ticas. Ana Caroline Gomes Stefanelli nos convida a olhar para frente: \u201cprecisa de coisas novas, assim de manter mais a sa\u00fade at\u00e9 mesmo pelos profissionais, porque eles cansam, n\u00e9? \u00c0s vezes n\u00e3o t\u00eam nem vida, s\u00f3 trabalham l\u00e1, para poder dar conta da demanda\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>E o refor\u00e7o de dona Matilde \u00e9 para a Gazeta: \u201cVoc\u00eas v\u00e3o colocar num jornal, e \u00e9 bom por isso vamos falar coisa que \u00e9 n\u00e3o fake n\u00e9?\u201d<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"876\" height=\"872\" src=\"https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2023\/11\/Captura-de-Tela-2023-11-03-as-17.10.37.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-135\" srcset=\"https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2023\/11\/Captura-de-Tela-2023-11-03-as-17.10.37.png 876w, https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2023\/11\/Captura-de-Tela-2023-11-03-as-17.10.37-300x300.png 300w, https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2023\/11\/Captura-de-Tela-2023-11-03-as-17.10.37-150x150.png 150w, https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2023\/11\/Captura-de-Tela-2023-11-03-as-17.10.37-768x764.png 768w, https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2023\/11\/Captura-de-Tela-2023-11-03-as-17.10.37-40x40.png 40w, https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2023\/11\/Captura-de-Tela-2023-11-03-as-17.10.37-275x275.png 275w, https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2023\/11\/Captura-de-Tela-2023-11-03-as-17.10.37-205x204.png 205w, https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2023\/11\/Captura-de-Tela-2023-11-03-as-17.10.37-480x478.png 480w, https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2023\/11\/Captura-de-Tela-2023-11-03-as-17.10.37-144x144.png 144w, https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2023\/11\/Captura-de-Tela-2023-11-03-as-17.10.37-88x88.png 88w, https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2023\/11\/Captura-de-Tela-2023-11-03-as-17.10.37-816x812.png 816w\" sizes=\"(max-width: 876px) 100vw, 876px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Edson Alencar Farias<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Moradores contam um pouco sobre as antigas Unidades de Sa\u00fade que atendiam a popula\u00e7\u00e3o no tempo da constru\u00e7\u00e3o da Vila C. 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Tinha dentista, cl\u00ednico geral, m\u00e9dico pra todas as \u00e1reas, ent\u00e3o nesse ponto a Vila C realmente era uma ilha, a gente n\u00e3o precisava muito ir pro centro\u201d. E dona Matilde: \u201cEra no Madeir\u00e3o que a gente se consultava. A Santa Casa atendia as pessoas que tinham dinheiro para pagar o particular e os que n\u00e3o tinham dinheiro, era como se fosse um SUS, e tamb\u00e9m n\u00e3o pagava nada. O particular existia l\u00e1 dentro da Santa Casa que era caro igual um hospital particular hoje. Mas n\u00f3s, e os funcion\u00e1rios de Itaipu cheg\u00e1vamos l\u00e1 e \u00e9ramos muito bem atendidos. Voc\u00ea tinha o n\u00famero, tinha os cart\u00f5es, tudo era da Itaipu. Tinha a carteirinha. Era Madeir\u00e3o aqui perto do postinho da Vila C e Madeirinha l\u00e1 na Vila A. Eu tenho saudade de dizer aos filhos que qualquer coisinha que tinha l\u00e1 era o melhor atendimento, os melhores m\u00e9dicos\u201d. E dona Suzinei refor\u00e7a: \u201c\u00c9. E da\u00ed quando voc\u00ea ia para fazer consultas ia&nbsp; pra c\u00e1, no da Vila C e quando voc\u00ea sentia que a doen\u00e7a era mais grave e que precisava ser internado ia para o que ficava na Santa Casa. Eu tenho saudade, hoje, da carteirinha da Itaipu, porque voc\u00ea ia no hospital e era bem tratada, e n\u00e3o precisava pagar nada e ainda quando precisava comprar algum rem\u00e9dio por exemplo, voc\u00ea comprava esse rem\u00e9dio e a Itaipu rep\u00f5e\u201d.&nbsp; N\u00e3o tem jeito: quando se sente saudade \u00e9 porque era bom mesmo, n\u00e3o \u00e9? E a compara\u00e7\u00e3o com o presente \u00e9 um pouco desanimadora, \u00e0s vezes. Dona Suzinei continua: \u201cNaquela \u00e9poca voc\u00ea ficava doente e ia l\u00e1, j\u00e1 era atendido,&nbsp; nem voltava pra casa e agora deu essa relaxada, agora s\u00e3o muitas pessoas para pouco hospital e para&nbsp; pouco m\u00e9dico. O atendimento ali no postinho antigamente era assim, o m\u00e9dico era manh\u00e3 e&nbsp; tarde. Agora eu moro na rua Curitiba, mas s\u00f3 v\u00e3o me atender \u00e0 tarde. Se eu estiver mal de manh\u00e3, por que ele vai me atender s\u00f3 a tarde? Ou s\u00f3 v\u00e3o me atender no m\u00eas que vem, n\u00e3o \u00e9 justo isso. E agente de sa\u00fade n\u00e3o existe mais n\u00e3o. N\u00e3o passa mais n\u00e3o. Na minha rua pelo menos n\u00e3o passa. L\u00e1 na minha rua nunca mais passou. Passa quando tem pessoas hipertensas, diab\u00e9ticas. Ana Caroline Gomes Stefanelli nos convida a olhar para frente: \u201cprecisa de coisas novas, assim de manter mais a sa\u00fade at\u00e9 mesmo pelos profissionais, porque eles cansam, n\u00e9? \u00c0s vezes n\u00e3o t\u00eam nem vida, s\u00f3 trabalham l\u00e1, para poder dar conta da demanda\u201d. 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