{"version":"1.0","provider_name":"Gazeta Popular da Sa\u00fade","provider_url":"https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta","author_name":"okg.vieira.2021","author_url":"https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/author\/okgvieira2021\/","title":"A Voz do Bairro - Simone Silva - Gazeta Popular da Sa\u00fade","type":"rich","width":600,"height":338,"html":"<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"UdnWRPFbCW\"><a href=\"https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/2023\/11\/03\/a-voz-do-bairro-simone-silva\/\">A Voz do Bairro &#8211; Simone Silva<\/a><\/blockquote><iframe sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" src=\"https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/2023\/11\/03\/a-voz-do-bairro-simone-silva\/embed\/#?secret=UdnWRPFbCW\" width=\"600\" height=\"338\" title=\"&#8220;A Voz do Bairro &#8211; Simone Silva&#8221; &#8212; Gazeta Popular da Sa\u00fade\" data-secret=\"UdnWRPFbCW\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\" class=\"wp-embedded-content\"><\/iframe><script type=\"text\/javascript\">\n\/* <![CDATA[ *\/\n\/*! This file is auto-generated *\/\n!function(d,l){\"use strict\";l.querySelector&&d.addEventListener&&\"undefined\"!=typeof URL&&(d.wp=d.wp||{},d.wp.receiveEmbedMessage||(d.wp.receiveEmbedMessage=function(e){var t=e.data;if((t||t.secret||t.message||t.value)&&!\/[^a-zA-Z0-9]\/.test(t.secret)){for(var s,r,n,a=l.querySelectorAll('iframe[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),o=l.querySelectorAll('blockquote[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),c=new RegExp(\"^https?:$\",\"i\"),i=0;i<o.length;i++)o[i].style.display=\"none\";for(i=0;i<a.length;i++)s=a[i],e.source===s.contentWindow&&(s.removeAttribute(\"style\"),\"height\"===t.message?(1e3<(r=parseInt(t.value,10))?r=1e3:~~r<200&&(r=200),s.height=r):\"link\"===t.message&&(r=new URL(s.getAttribute(\"src\")),n=new URL(t.value),c.test(n.protocol))&&n.host===r.host&&l.activeElement===s&&(d.top.location.href=t.value))}},d.addEventListener(\"message\",d.wp.receiveEmbedMessage,!1),l.addEventListener(\"DOMContentLoaded\",function(){for(var e,t,s=l.querySelectorAll(\"iframe.wp-embedded-content\"),r=0;r<s.length;r++)(t=(e=s[r]).getAttribute(\"data-secret\"))||(t=Math.random().toString(36).substring(2,12),e.src+=\"#?secret=\"+t,e.setAttribute(\"data-secret\",t)),e.contentWindow.postMessage({message:\"ready\",secret:t},\"*\")},!1)))}(window,document);\n\/\/# sourceURL=https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/wp-includes\/js\/wp-embed.min.js\n\/* ]]> *\/\n<\/script>\n","description":"A coluna da Gazeta criada para contar hist\u00f3rias, ouvir anseios e buscar melhorias para os moradores da Vila C.\u00a0 Em nossa primeira edi\u00e7\u00e3o, contamos um pouco sobre os moradores antigos que se firmaram aqui. Dessa vez nossa entrevistada \u00e9 Simone Salete Zandonai Silva, 42 anos, que escolheu o bairro Vila C nova para viver. Casada, m\u00e3e de tr\u00eas filhos, e recentemente av\u00f3, mudou-se para Foz do Igua\u00e7u no ano 2000: \u201cJ\u00e1 fazem 23 anos que moro aqui, e foi aqui que conheci meu esposo, que \u00e9 nativo da regi\u00e3o. Quando cheguei, as portas logo se abriram para o trabalho. Em apenas tr\u00eas dias, consegui um emprego como Agente Comunit\u00e1rio de Sa\u00fade. Tamb\u00e9m trabalhei em padarias e at\u00e9 mesmo no Paraguai, onde atuei como vendedora em lojas por cinco anos.\u201d Ela conta que houve um per\u00edodo em que, juntamente com a fam\u00edlia, mudou-se para Rond\u00f4nia, onde residiram por cerca de tr\u00eas anos, \u00e9poca do nascimento de sua \u00faltima filha, hoje com 11 anos de idade. Depois de sua estadia em Rond\u00f4nia, retornaram para Vila \u201cC\u201d Nova e come\u00e7aram a trabalhar no com\u00e9rcio. E j\u00e1 est\u00e3o aqui h\u00e1 nove anos, vendendo lanches e past\u00e9is: \u201cGosto muito de morar no bairro, me adaptei bastante. A Vila C tem tudo o que preciso pertinho de casa (mercado, escola, farm\u00e1cia e postinho de sa\u00fade)\u201d, conta a comerciante. Mas como em todas as hist\u00f3rias, nem tudo s\u00e3o flores. Para Simone, h\u00e1 necessidade de melhorias na Vila C, uma das principais quest\u00f5es \u00e9 a falta de op\u00e7\u00f5es comerciais para pagamento de contas. \u201cN\u00e3o tem banco ou lot\u00e9rica no bairro, o que torna o processo de quitar contas um pouco complicado. Al\u00e9m disso, a seguran\u00e7a no bairro \u00e9 uma preocupa\u00e7\u00e3o, e acredito que a Vila C poderia se beneficiar de medidas adicionais nesse sentido.\u201d Por outro lado, a moradora elogia o ambiente do bairro, enfatizando a amplitude das ruas, que cria uma sensa\u00e7\u00e3o de espa\u00e7o em compara\u00e7\u00e3o com alguns bairros mais congestionados. \u201c A Vila C Nova \u00e9 um local agrad\u00e1vel para se viver\u201d. Simone Salete Zandonai Silva &#8211; Moradora do bairro Vila C Nova Quando a quest\u00e3o \u00e9 sa\u00fade, a m\u00e3e opina com propriedade: \u201cA quest\u00e3o da sa\u00fade \u00e9 um dos desafios por aqui. Temos um postinho com m\u00e9dicos dispon\u00edveis, o que \u00e9 uma ajuda, especialmente quando se trata de sa\u00fade p\u00fablica. Comparando com outros lugares, acredito que estamos em uma situa\u00e7\u00e3o relativamente melhor. No entanto, quando se trata de cuidados de especialistas ou exames mais espec\u00edficos, o processo \u00e9 mais demorado. As filas costumam ser longas, e a espera pode ser complicada. Mesmo para consultas particulares, ainda enfrentamos a necessidade de aguardar.\u201d Para ilustrar, a moradora comenta sobre sua longa espera por um m\u00e9dico especialista para acompanhamento de sua filha de 11 anos, explicando que esperou quase dois anos para a primeira consulta com um neurologista.&nbsp; Sobre a seguran\u00e7a no bairro, Simone relembra uma hist\u00f3ria vivida: \u201ctivemos um epis\u00f3dio em que minha casa foi alvo de um assalto. Felizmente, depois desse incidente, n\u00e3o enfrentamos mais problemas. A falta de seguran\u00e7a \u00e9 uma preocupa\u00e7\u00e3o constante. Ouvimos relatos de assaltos em resid\u00eancias e at\u00e9 mesmo em vias p\u00fablicas. Recentemente, testemunhei um assalto a uma senhora nas proximidades do nosso bairro, ocorrido \u00e0s 6:00 horas da manh\u00e3. Isso ressalta a necessidade de mais medidas de seguran\u00e7a em nossa comunidade\u201d. Hoje conhecemos um pouco sobre Simone e a necessidade de melhorias no bairro, a pr\u00f3xima edi\u00e7\u00e3o pode trazer a sua observa\u00e7\u00e3o.&nbsp; Escreva para n\u00f3s: gazetapopulardasaude@gmail.com. Reportagem: Magdalina Vilmar e\u00a0Katherine Leidy Vega Mahecha","thumbnail_url":"https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2023\/11\/Captura-de-Tela-2023-11-03-as-17.44.00-810x1024.png"}