{"version":"1.0","provider_name":"Gazeta Popular da Sa\u00fade","provider_url":"https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta","author_name":"okg.vieira.2021","author_url":"https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/author\/okgvieira2021\/","title":"A hist\u00f3ria da\u00a0horta do Seu Z\u00e9 - Gazeta Popular da Sa\u00fade","type":"rich","width":600,"height":338,"html":"<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"UV4DjR5yyr\"><a href=\"https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/2023\/11\/03\/a-historia-da-horta-do-seu-ze\/\">A hist\u00f3ria da\u00a0horta do Seu Z\u00e9<\/a><\/blockquote><iframe sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" src=\"https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/2023\/11\/03\/a-historia-da-horta-do-seu-ze\/embed\/#?secret=UV4DjR5yyr\" width=\"600\" height=\"338\" title=\"&#8220;A hist\u00f3ria da\u00a0horta do Seu Z\u00e9&#8221; &#8212; Gazeta Popular da Sa\u00fade\" data-secret=\"UV4DjR5yyr\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\" class=\"wp-embedded-content\"><\/iframe><script type=\"text\/javascript\">\n\/* <![CDATA[ *\/\n\/*! This file is auto-generated *\/\n!function(d,l){\"use strict\";l.querySelector&&d.addEventListener&&\"undefined\"!=typeof URL&&(d.wp=d.wp||{},d.wp.receiveEmbedMessage||(d.wp.receiveEmbedMessage=function(e){var t=e.data;if((t||t.secret||t.message||t.value)&&!\/[^a-zA-Z0-9]\/.test(t.secret)){for(var s,r,n,a=l.querySelectorAll('iframe[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),o=l.querySelectorAll('blockquote[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),c=new RegExp(\"^https?:$\",\"i\"),i=0;i<o.length;i++)o[i].style.display=\"none\";for(i=0;i<a.length;i++)s=a[i],e.source===s.contentWindow&&(s.removeAttribute(\"style\"),\"height\"===t.message?(1e3<(r=parseInt(t.value,10))?r=1e3:~~r<200&&(r=200),s.height=r):\"link\"===t.message&&(r=new URL(s.getAttribute(\"src\")),n=new URL(t.value),c.test(n.protocol))&&n.host===r.host&&l.activeElement===s&&(d.top.location.href=t.value))}},d.addEventListener(\"message\",d.wp.receiveEmbedMessage,!1),l.addEventListener(\"DOMContentLoaded\",function(){for(var e,t,s=l.querySelectorAll(\"iframe.wp-embedded-content\"),r=0;r<s.length;r++)(t=(e=s[r]).getAttribute(\"data-secret\"))||(t=Math.random().toString(36).substring(2,12),e.src+=\"#?secret=\"+t,e.setAttribute(\"data-secret\",t)),e.contentWindow.postMessage({message:\"ready\",secret:t},\"*\")},!1)))}(window,document);\n\/\/# sourceURL=https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/wp-includes\/js\/wp-embed.min.js\n\/* ]]> *\/\n<\/script>\n","description":"Os desafios e ambiguidades enfrentados para sua funda\u00e7\u00e3o, e como funciona\u00a0at\u00e9 os dias atuais.\u00a0 Localizada na Vila \u201cC\u201d Nova, nas margens do c\u00f3rrego Bras\u00edlia, a Horta do Seu Z\u00e9 \u00e9 uma hist\u00f3ria de pioneirismo, dedica\u00e7\u00e3o e amor pela terra. \u00c9 como se expressa Rosania, filha de Seu Z\u00e9, ao lembrar como se deu a cria\u00e7\u00e3o da horta no bairro.&nbsp; Tudo come\u00e7ou h\u00e1 33 anos, quando Seu Z\u00e9, sua esposa La\u00edde e suas filhas Rosania e Maria, migraram do quilombo Apep\u00fa de S\u00e3o Miguel do Igua\u00e7u para Foz do Igua\u00e7u, e decidiram criar uma horta na regi\u00e3o. Imagem: Luana Souza A propriedade para a horta foi cedida pela Itaipu, e a escolha do local se deu devido \u00e0 presen\u00e7a de nascentes de \u00e1gua na \u00e1rea, o que seria ideal para o cultivo de hortali\u00e7as. Seu Z\u00e9, com sua determina\u00e7\u00e3o e vontade de fazer a diferen\u00e7a, pediu um peda\u00e7o de terra ao seu antigo patr\u00e3o, e assim deu in\u00edcio \u00e0 planta\u00e7\u00e3o. O trabalho come\u00e7ou com a limpeza do terreno e a escava\u00e7\u00e3o de valetas para o escoamento da \u00e1gua. Tudo era feito \u00e0 m\u00e3o, demonstrando a dedica\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia para criar e manter a horta. Seu Z\u00e9 foi o grande respons\u00e1vel por iniciar o cultivo na horta e continuou trabalhando nela at\u00e9 seus \u00faltimos dias, falecendo aos 74 anos, deixando um legado de amor pela terra e dedica\u00e7\u00e3o ao trabalho. Atualmente, a responsabilidade de cuidar da horta passou para as filhas de seu Z\u00e9, Rosania, Maria e sua esposa Dona La\u00edde. Rosania vai todas as manh\u00e3s at\u00e9 a horta para plantar e cuidar das hortali\u00e7as. As verduras cultivadas na horta s\u00e3o colhidas por Rosania e sua m\u00e3e e s\u00e3o vendidas na vizinhan\u00e7a e nos mercados locais.\u00a0 Imagem: Luana Souza No mercado, as vendas ocorrem nas ter\u00e7as, quartas e quintas, enquanto na vizinhan\u00e7a, as vendas acontecem aos s\u00e1bados e domingos de manh\u00e3. O pre\u00e7o de todas as verduras \u00e9 de R$ 3,00 por unidade. A variedade de verduras cultivadas inclui agri\u00e3o, couve, cebolinha, alface, chic\u00f3ria, espinafre, hortel\u00e3, chuchu, almeir\u00e3o branco, r\u00facula, coentro, salsinha, e at\u00e9 mesmo bananas e entre outras. Um aspecto importante a destacar \u00e9 que todas as verduras e frutas s\u00e3o cultivadas sem o uso de agrot\u00f3xicos, o que ressalta o compromisso da fam\u00edlia com a sa\u00fade e bem-estar dos consumidores e com a preserva\u00e7\u00e3o do meio ambiente. Maria e Dona La\u00edde tamb\u00e9m desempenham pap\u00e9is importantes na horta, com Maria e La\u00edde encarregadas da tarefa de capinar e cuidar do terreno. Maria desenvolve trabalhos e parcerias com Com\u00e9rcios e Universidades da Regi\u00e3o. Essa hist\u00f3ria de 33 anos de uma horta familiar \u00e9 uma inspira\u00e7\u00e3o, mostrando como o trabalho \u00e1rduo e a dedica\u00e7\u00e3o podem criar um legado duradouro de sustentabilidade, sa\u00fade e comunidade na Vila C Nova. Reportagem: Brian Gutierrez e Luana Souza","thumbnail_url":"https:\/\/divulga.unila.edu.br\/gazeta\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2023\/11\/Captura-de-Tela-2023-11-03-as-18.09.50-798x1024.png"}