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<oembed><version>1.0</version><provider_name>Gazeta Popular da Sa&#xFA;de</provider_name><provider_url>https://divulga.unila.edu.br/gazeta</provider_url><author_name>okg.vieira.2021</author_name><author_url>https://divulga.unila.edu.br/gazeta/author/okgvieira2021/</author_url><title>Sa&#xFA;de que cola na escola - Gazeta Popular da Sa&#xFA;de</title><type>rich</type><width>600</width><height>338</height><html>&lt;blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="X3C5J3e2rc"&gt;&lt;a href="https://divulga.unila.edu.br/gazeta/2023/11/03/saude-que-cola-na-escola/"&gt;Sa&#xFA;de que cola na escola&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;iframe sandbox="allow-scripts" security="restricted" src="https://divulga.unila.edu.br/gazeta/2023/11/03/saude-que-cola-na-escola/embed/#?secret=X3C5J3e2rc" width="600" height="338" title="&#x201C;Sa&#xFA;de que cola na escola&#x201D; &#x2014; Gazeta Popular da Sa&#xFA;de" data-secret="X3C5J3e2rc" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" class="wp-embedded-content"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;
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</html><description>Adentraremos em um tema muito interessante que possui total conex&#xE3;o com sa&#xFA;de&#x2026; A educa&#xE7;&#xE3;o. Isso mesmo, a educa&#xE7;&#xE3;o est&#xE1; diretamente ligada &#xE0; sa&#xFA;de. &#xC9; a partir da educa&#xE7;&#xE3;o que temos a oportunidade de transformar e enxergar as coisas al&#xE9;m da nossa realidade. E por falar em educa&#xE7;&#xE3;o, qual a primeira palavra que vem &#xE0; nossa mente? Escola.&nbsp; A escola &#xE9; onde come&#xE7;amos a adquirir conhecimento, podemos dizer at&#xE9; que &#xE9; onde come&#xE7;amos a nos comunicar com o lado de fora da nossa caixinha, com as pessoas que est&#xE3;o al&#xE9;m do nosso &#xE2;mbito familiar. &#xC9; onde nos preparamos para a vida futura, onde criamos afetos, decidimos nos dedicar a alguma profiss&#xE3;o, descobrimos nossas habilidades e desenvolvemos nossos potenciais. &nbsp; Para a realiza&#xE7;&#xE3;o de todas essas possibilidades, a comunidade da t&#xE3;o amada Vila C conta com seis institui&#xE7;&#xF5;es p&#xFA;blicas de ensino, duas Escolas Estaduais, duas Escolas Municipais de Ensino Fundamental (EMEF) e dois Centros Municipais de Educa&#xE7;&#xE3;o Infantil (CMEI), a seguir: Col&#xE9;gio Estadual Prof. Flavio Warken, Col&#xE9;gio Estadual Paulo Freire, EMEF Arnaldo Isidoro De Lima, EMEF Padre Luigi Salvucci, CMEI Jos&#xE9; Bento Vidal e CMEI Flor de Lis.&nbsp; Tr&#xEA;s dessas escolas, EMEF Padre Luigi Salvucci, CMEI Jos&#xE9; Bento Vidal e CMEI Flor de Lis,&nbsp; participam de um programa excelente que busca integrar a educa&#xE7;&#xE3;o e a sa&#xFA;de para uma melhor qualidade de vida da popula&#xE7;&#xE3;o brasileira, o chamado PSE (Programa Sa&#xFA;de na Escola), cujo principal objetivo, segundo o Minist&#xE9;rio da Educa&#xE7;&#xE3;o, &#xE9; &#x201C;contribuir para a forma&#xE7;&#xE3;o integral dos estudantes por meio de a&#xE7;&#xF5;es de promo&#xE7;&#xE3;o, preven&#xE7;&#xE3;o e aten&#xE7;&#xE3;o &#xE0; sa&#xFA;de, com vistas ao enfrentamento das vulnerabilidades que comprometem o pleno desenvolvimento de crian&#xE7;as e jovens da rede p&#xFA;blica de ensino&#x201D;. Pensando nisso, desenvolvemos essa coluna com o objetivo de dar voz aos profissionais que trabalham atuando em prol da educa&#xE7;&#xE3;o. Nessa edi&#xE7;&#xE3;o da Gazeta foi a oportunidade de Erika Velcheff Lobl, professora do Col&#xE9;gio Prof. Flavio Warken, escrever a diversidade dos v&#xE1;rios estudantes naturais de outros pa&#xED;ses e o acolhimento recebido atrav&#xE9;s dos profissionais e alunos nas escolas da Vila C, especialmente na qual ela atua. Brasil, terra de todos por Erika Velcheff Lobl Ao chegar ao col&#xE9;gio, nos deparamos com todo tipo de aluno. H&#xE1; aquele que vem correndo para te abra&#xE7;ar, emocionado (e suado&#x2026;), feliz; aquele que vem discretamente pedindo aten&#xE7;&#xE3;o; os que a gente tem vontade de botar num potinho e levar para casa; os bagunceiros, terr&#xED;veis, que acabam roubando o nosso cora&#xE7;&#xE3;o. Mas, dentre todos esses, cada vez mais, nos deparamos com umas carinhas que muitas vezes pedem um socorro silencioso. Quando nos aproximamos, num &#x201C;oi&#x201D; t&#xED;mido ou um &#x201C;presente&#x201D; na hora da chamada ouvimos um sotaque diferente e descobrimos que aquele aluno vem de longe, de outro pa&#xED;s. S&#xE3;o muitas crian&#xE7;as e jovens que est&#xE3;o num mundo totalmente novo para eles, rodeados de d&#xFA;vidas e medos. Com certeza, voc&#xEA; conhece algu&#xE9;m nessa situa&#xE7;&#xE3;o.&nbsp; Mas, por que eles v&#xEA;m para c&#xE1;? Poder&#xED;amos dizer que o Brasil &#xE9; um pa&#xED;s com cora&#xE7;&#xE3;o. O brasileiro &#xE9; famoso por sua simpatia, o que se reflete nas escolas. Os alunos novos v&#xE3;o se misturando rapidamente com os demais e isso nos ensina muito. O ser humano, que &#xE9; intrinsicamente ego&#xED;sta, mostra nas crian&#xE7;as essa capacidade de socializar, de colaborar, de se ajudar. Ver aqueles pequenos se virando para entender o colega, procurando informa&#xE7;&#xF5;es, descobrindo curiosidades do lugar de origem do outro, nos faz pensar. Quando chega um aluno novo, os demais costumam ficar emocionados, mas quando ele vem de um lugar diferente, eles ficam mais entusiasmados ainda. Acham &#x201C;legal&#x201D; contar que tem um amigo de outro pa&#xED;s. &#x201C;Prof., prof.! Sabia que tem colega novo? Sabia que ele &#xE9; da Venezuela?&#x201D; (ou de Cuba, do Haiti, do Chile, de Honduras, etc.). Talvez, seja como se eles viajassem um pouco para esse destino desconhecido? O fato &#xE9; que essa experi&#xEA;ncia s&#xF3; traz benef&#xED;cios. A Vila C, em especial, se caracteriza por ser um bairro internacional. Caminhando pelas ruas, supermercado, farm&#xE1;cia, com&#xE9;rcios, temos essa mesma sensa&#xE7;&#xE3;o que vemos na escola. Diferentes idiomas e sotaques misturados.&nbsp; Venho de uma fam&#xED;lia de imigrantes e, aqui foi onde meus pais criaram as suas ra&#xED;zes. Da mesma forma, eu tamb&#xE9;m trouxe meus filhos de outro pa&#xED;s e, provei disso pessoalmente. Eles passaram por essa situa&#xE7;&#xE3;o de imigrantes duas vezes, inclusive. Na Espanha, onde nasceram, mas sendo filhos de brasileiros, acabavam sendo como estrangeiros. Quando viemos morar no Brasil, sendo europeus, mas filhos de brasileiros, passaram a ser imigrantes de verdade. Entretanto, por mais que chamassem a aten&#xE7;&#xE3;o dos demais, o coment&#xE1;rio sempre era: &#x201C;Que legal! Mas e como &#xE9; l&#xE1;?&#x201D; A conclus&#xE3;o a que podemos chegar &#xE9; que, no fim das contas, o fato de ser imigrante ajuda na socializa&#xE7;&#xE3;o.&nbsp; O Brasil &#xE9; um pa&#xED;s de todos. Pa&#xED;s que rece be de bra&#xE7;os abertos os que se aventuram por aqui, que buscam novas oportunidades, novas chances, uma nova vida. Que seja assim sempre, porque n&#xF3;s, brasileiros, um dia talvez tenhamos que deixar este cantinho seguro por uma terra com sons e sabores novos, desconhecidos. Fa&#xE7;a para o pr&#xF3;ximo o que voc&#xEA; quer que fa&#xE7;am por voc&#xEA;. Sigamos o exemplo destas crian&#xE7;as, recebendo quem vem de t&#xE3;o longe procurando oportunidades. Caso essa mat&#xE9;ria tenha despertado o escritor que h&#xE1; em voc&#xEA;, profissional da educa&#xE7;&#xE3;o, e quando dizemos profissional da educa&#xE7;&#xE3;o, queremos dizer todo e qualquer profissional atuante na escola, professores, diretores, agentes da limpeza, cozinheiros, coordenadores, pedagogos, entrem em contato com a Gazeta, para escrever, informar ou at&#xE9; divulgar um projeto relacionado ao tema educa&#xE7;&#xE3;o e sa&#xFA;de ao qual estiver envolvido&#x2026; Adorar&#xED;amos que voc&#xEA;s fizessem cada vez mais parte do vosso Jornal! Reportagem:&nbsp; Larissa Xavier e Vit&#xF3;ria N&#xED;mia</description><thumbnail_url>https://divulga.unila.edu.br/gazeta/wp-content/uploads/sites/36/2023/11/Captura-de-Tela-2023-11-03-as-17.34.43-1024x601.png</thumbnail_url></oembed>
