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<oembed><version>1.0</version><provider_name>Gazeta Popular da Sa&#xFA;de</provider_name><provider_url>https://divulga.unila.edu.br/gazeta</provider_url><author_name>okg.vieira.2021</author_name><author_url>https://divulga.unila.edu.br/gazeta/author/okgvieira2021/</author_url><title>A Voz do Bairro - Simone Silva - Gazeta Popular da Sa&#xFA;de</title><type>rich</type><width>600</width><height>338</height><html>&lt;blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="TWV71glUZq"&gt;&lt;a href="https://divulga.unila.edu.br/gazeta/2023/11/03/a-voz-do-bairro-simone-silva/"&gt;A Voz do Bairro &#x2013; Simone Silva&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;iframe sandbox="allow-scripts" security="restricted" src="https://divulga.unila.edu.br/gazeta/2023/11/03/a-voz-do-bairro-simone-silva/embed/#?secret=TWV71glUZq" width="600" height="338" title="&#x201C;A Voz do Bairro &#x2013; Simone Silva&#x201D; &#x2014; Gazeta Popular da Sa&#xFA;de" data-secret="TWV71glUZq" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" class="wp-embedded-content"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;
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</html><description>A coluna da Gazeta criada para contar hist&#xF3;rias, ouvir anseios e buscar melhorias para os moradores da Vila C.&#xA0; Em nossa primeira edi&#xE7;&#xE3;o, contamos um pouco sobre os moradores antigos que se firmaram aqui. Dessa vez nossa entrevistada &#xE9; Simone Salete Zandonai Silva, 42 anos, que escolheu o bairro Vila C nova para viver. Casada, m&#xE3;e de tr&#xEA;s filhos, e recentemente av&#xF3;, mudou-se para Foz do Igua&#xE7;u no ano 2000: &#x201C;J&#xE1; fazem 23 anos que moro aqui, e foi aqui que conheci meu esposo, que &#xE9; nativo da regi&#xE3;o. Quando cheguei, as portas logo se abriram para o trabalho. Em apenas tr&#xEA;s dias, consegui um emprego como Agente Comunit&#xE1;rio de Sa&#xFA;de. Tamb&#xE9;m trabalhei em padarias e at&#xE9; mesmo no Paraguai, onde atuei como vendedora em lojas por cinco anos.&#x201D; Ela conta que houve um per&#xED;odo em que, juntamente com a fam&#xED;lia, mudou-se para Rond&#xF4;nia, onde residiram por cerca de tr&#xEA;s anos, &#xE9;poca do nascimento de sua &#xFA;ltima filha, hoje com 11 anos de idade. Depois de sua estadia em Rond&#xF4;nia, retornaram para Vila &#x201C;C&#x201D; Nova e come&#xE7;aram a trabalhar no com&#xE9;rcio. E j&#xE1; est&#xE3;o aqui h&#xE1; nove anos, vendendo lanches e past&#xE9;is: &#x201C;Gosto muito de morar no bairro, me adaptei bastante. A Vila C tem tudo o que preciso pertinho de casa (mercado, escola, farm&#xE1;cia e postinho de sa&#xFA;de)&#x201D;, conta a comerciante. Mas como em todas as hist&#xF3;rias, nem tudo s&#xE3;o flores. Para Simone, h&#xE1; necessidade de melhorias na Vila C, uma das principais quest&#xF5;es &#xE9; a falta de op&#xE7;&#xF5;es comerciais para pagamento de contas. &#x201C;N&#xE3;o tem banco ou lot&#xE9;rica no bairro, o que torna o processo de quitar contas um pouco complicado. Al&#xE9;m disso, a seguran&#xE7;a no bairro &#xE9; uma preocupa&#xE7;&#xE3;o, e acredito que a Vila C poderia se beneficiar de medidas adicionais nesse sentido.&#x201D; Por outro lado, a moradora elogia o ambiente do bairro, enfatizando a amplitude das ruas, que cria uma sensa&#xE7;&#xE3;o de espa&#xE7;o em compara&#xE7;&#xE3;o com alguns bairros mais congestionados. &#x201C; A Vila C Nova &#xE9; um local agrad&#xE1;vel para se viver&#x201D;. Simone Salete Zandonai Silva &#x2013; Moradora do bairro Vila C Nova Quando a quest&#xE3;o &#xE9; sa&#xFA;de, a m&#xE3;e opina com propriedade: &#x201C;A quest&#xE3;o da sa&#xFA;de &#xE9; um dos desafios por aqui. Temos um postinho com m&#xE9;dicos dispon&#xED;veis, o que &#xE9; uma ajuda, especialmente quando se trata de sa&#xFA;de p&#xFA;blica. Comparando com outros lugares, acredito que estamos em uma situa&#xE7;&#xE3;o relativamente melhor. No entanto, quando se trata de cuidados de especialistas ou exames mais espec&#xED;ficos, o processo &#xE9; mais demorado. As filas costumam ser longas, e a espera pode ser complicada. Mesmo para consultas particulares, ainda enfrentamos a necessidade de aguardar.&#x201D; Para ilustrar, a moradora comenta sobre sua longa espera por um m&#xE9;dico especialista para acompanhamento de sua filha de 11 anos, explicando que esperou quase dois anos para a primeira consulta com um neurologista.&nbsp; Sobre a seguran&#xE7;a no bairro, Simone relembra uma hist&#xF3;ria vivida: &#x201C;tivemos um epis&#xF3;dio em que minha casa foi alvo de um assalto. Felizmente, depois desse incidente, n&#xE3;o enfrentamos mais problemas. A falta de seguran&#xE7;a &#xE9; uma preocupa&#xE7;&#xE3;o constante. Ouvimos relatos de assaltos em resid&#xEA;ncias e at&#xE9; mesmo em vias p&#xFA;blicas. Recentemente, testemunhei um assalto a uma senhora nas proximidades do nosso bairro, ocorrido &#xE0;s 6:00 horas da manh&#xE3;. Isso ressalta a necessidade de mais medidas de seguran&#xE7;a em nossa comunidade&#x201D;. Hoje conhecemos um pouco sobre Simone e a necessidade de melhorias no bairro, a pr&#xF3;xima edi&#xE7;&#xE3;o pode trazer a sua observa&#xE7;&#xE3;o.&nbsp; Escreva para n&#xF3;s: gazetapopulardasaude@gmail.com. Reportagem: Magdalina Vilmar e&#xA0;Katherine Leidy Vega Mahecha</description><thumbnail_url>https://divulga.unila.edu.br/gazeta/wp-content/uploads/sites/36/2023/11/Captura-de-Tela-2023-11-03-as-17.44.00-810x1024.png</thumbnail_url></oembed>
