{"id":2526,"date":"2026-01-30T17:28:38","date_gmt":"2026-01-30T20:28:38","guid":{"rendered":"https:\/\/divulga.unila.edu.br\/ecologiaesaude\/?p=2526"},"modified":"2026-03-21T21:56:49","modified_gmt":"2026-03-22T00:56:49","slug":"as-problematicas-e-os-desafios-da-negligencia-a-febre-oropouche","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/divulga.unila.edu.br\/ecologiaemrede\/2026\/01\/30\/as-problematicas-e-os-desafios-da-negligencia-a-febre-oropouche\/","title":{"rendered":"As problem\u00e1ticas e os desafios da neglig\u00eancia \u00e0 Febre Oropouche"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"2526\" class=\"elementor elementor-2526\">\n\t\t\t\t<div class=\"has_eae_slider elementor-element elementor-element-d145632 e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-parent\" data-eae-slider=\"99558\" data-id=\"d145632\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-4ae3922 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"4ae3922\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-set1t47\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8 SLuLS\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0A Febre Oropouche \u00e9 uma enfermidade causada pelo Oropouche v\u00edrus (OROV), pertencente ao g\u00eanero <em>Orthobunyavirus <\/em>[11]. Considerada emergente na Am\u00e9rica Latina, a doen\u00e7a era end\u00eamica at\u00e9 o ano de 2023, com registros restritos aos pa\u00edses Trindade e Tobago, Brasil, Panam\u00e1, Peru, Equador, Bol\u00edvia, Venezuela, Haiti, Col\u00f4mbia, Guiana Francesa e Cuba. Por\u00e9m, em 2024 foram registrados casos importados da doen\u00e7a na Europa [1] e nos Estados Unidos [8].<\/span><\/p><\/div><div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-4fa0v49\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8 SLuLS\"> \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0A transmiss\u00e3o do OROV ocorre, principalmente, atrav\u00e9s do mosquito-p\u00f3lvora (<em>Culicoides paraensis<\/em>, da fam\u00edlia Ceratopogonidae), podendo tamb\u00e9m ser transmitida por culic\u00eddeos, como o <em>Culex quinquefasciatus<\/em>\u00a0[2]. Os mosquitos culic\u00eddeos <em>Aedes aegypti<\/em>\u00a0e <em>Aedes albopictus<\/em> podem ser infectados artificialmente em laborat\u00f3rio, no entanto, h\u00e1 estudos que indicam que estas esp\u00e9cies n\u00e3o s\u00e3o vetores efetivos para OROV, pois o v\u00edrus n\u00e3o consegue infectar os mosquitos\u00a0 atrav\u00e9s da alimenta\u00e7\u00e3o [4].<\/span><\/p><\/div><div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-cbbqk59\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8 SLuLS\"> \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0O Oropouche virus possui tr\u00eas variantes conhecidas: o Iquitos v\u00edrus (IQTV), encontrado no norte do Peru, o Madre de Dios v\u00edrus (MDDV), presente no norte da Venezuela e sul do Peru e o Perd\u00f5es v\u00edrus (PDEV), atualmente registrado no centro do Brasil, conforme visto na figura 1. Essas variantes surgem quando dois v\u00edrus diferentes infectam uma mesma c\u00e9lula, promovendo a troca de informa\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas e resultando em uma maior diversidade. Os sintomas causados por essas variantes s\u00e3o semelhantes aos do OROV, mas a taxa de casos assintom\u00e1ticos \u00e9 dif\u00edcil de estimar [10]. Nunca foram observadas infec\u00e7\u00f5es por mais de uma variante, ou mesmo do OROV com uma das variantes ao mesmo tempo, por\u00e9m n\u00e3o h\u00e1 dados concretos de que n\u00e3o seja poss\u00edvel ocorrer, ou de que a infec\u00e7\u00e3o por uma das variantes gere resist\u00eancia \u00e0s outras.<\/span><\/p><\/div>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"has_eae_slider elementor-element elementor-element-122807a e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-parent\" data-eae-slider=\"58475\" data-id=\"122807a\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-885a1ab elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"885a1ab\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-j5p9q62\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8 SLuLS\"><strong>Hist\u00f3ria e Epidemiologia<\/strong><\/span><\/p><\/div><div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-9snoe65\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8 SLuLS\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0O primeiro registro da Febre Oropouche ocorreu em 1955, em Trindade e Tobago [10], e desde ent\u00e3o a doen\u00e7a foi identificada em outros 10 pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina at\u00e9 o in\u00edcio de 2024 [9]. No Brasil, o primeiro caso foi registrado em 1960, em um bicho-pregui\u00e7a, seguido pelo primeiro registro em humanos em 1961, durante um surto em Bel\u00e9m, Par\u00e1, que afetou cerca de 11 mil pessoas [9]. Entre 1961 e 1996, foram registrados mais de 30 surtos no Brasil, totalizando cerca de 500 mil casos. A partir de 2013, o cen\u00e1rio epidemiol\u00f3gico mudou com o aumento dos casos de Chikungunya e Zika, que passaram a ser mais frequentes, reduzindo a aten\u00e7\u00e3o \u00e0 Febre Oropouche, mas n\u00e3o o n\u00famero de casos.<\/span><\/p><\/div><div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-59jvm68\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8 SLuLS\"> \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Historicamente, a doen\u00e7a foi negligenciada, pois at\u00e9 2024 n\u00e3o era considerada de alto risco e n\u00e3o apresentava riscos de mortalidade significativos. Contudo, o crescimento dos casos na Am\u00e9rica do Sul e Central, juntamente com os primeiros registros de casos na Europa [1] e nos Estados Unidos [8] , al\u00e9m das ocorr\u00eancias das primeiras mortes ligadas \u00e0 doen\u00e7a [6], fez com que a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) considerasse, em 2024, a enfermidade de alto risco regional e globalmente [9].<\/span><\/p><\/div><div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-5jlfr70\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8 SLuLS\"> \u00a0 \u00a0 \u00a0 O infogr\u00e1fico abaixo apresenta alguns dados da Febre Oropouche, do v\u00edrus Oropouche e suas variantes atrav\u00e9s das d\u00e9cadas, com dados coletados entre 1950 e Junho de 2023. Nele podemos observar as regi\u00f5es afetadas por cada uma das variantes, onde vetores e hospedeiros n\u00e3o-humanos foram registrados e os casos de enfermidade, divididos em casos confirmados, casos prov\u00e1veis e casos estimados. Os casos de infec\u00e7\u00e3o pelo OROV em humanos s\u00e3o representados pela aus\u00eancia de s\u00edmbolos, enquanto em n\u00e3o-humanos s\u00e3o representados pelo s\u00edmbolo do organismo afetado. J\u00e1 os casos de infec\u00e7\u00e3o por variantes s\u00e3o representados por s\u00edmbolos diferentes, com um asterisco representando as infec\u00e7\u00f5es de IQTV, uma estrela representando as infec\u00e7\u00f5es de MDDV e um tri\u00e2ngulo representando as infec\u00e7\u00f5es de PEDV.<\/span><\/p><\/div>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"has_eae_slider elementor-element elementor-element-6463fd1 e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-parent\" data-eae-slider=\"43497\" data-id=\"6463fd1\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-2e2d37f elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"2e2d37f\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<figure class=\"wp-caption\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"844\" height=\"918\" src=\"https:\/\/divulga.unila.edu.br\/ecologiaemrede\/wp-content\/uploads\/sites\/66\/2026\/01\/bcf6a4_b0438599bd234d588f102ebf20fe3d0bmv2.webp\" class=\"attachment-large size-large wp-image-2535\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/divulga.unila.edu.br\/ecologiaemrede\/wp-content\/uploads\/sites\/66\/2026\/01\/bcf6a4_b0438599bd234d588f102ebf20fe3d0bmv2.webp 844w, https:\/\/divulga.unila.edu.br\/ecologiaemrede\/wp-content\/uploads\/sites\/66\/2026\/01\/bcf6a4_b0438599bd234d588f102ebf20fe3d0bmv2-276x300.webp 276w, https:\/\/divulga.unila.edu.br\/ecologiaemrede\/wp-content\/uploads\/sites\/66\/2026\/01\/bcf6a4_b0438599bd234d588f102ebf20fe3d0bmv2-768x835.webp 768w, https:\/\/divulga.unila.edu.br\/ecologiaemrede\/wp-content\/uploads\/sites\/66\/2026\/01\/bcf6a4_b0438599bd234d588f102ebf20fe3d0bmv2-205x223.webp 205w, https:\/\/divulga.unila.edu.br\/ecologiaemrede\/wp-content\/uploads\/sites\/66\/2026\/01\/bcf6a4_b0438599bd234d588f102ebf20fe3d0bmv2-480x522.webp 480w\" sizes=\"(max-width: 844px) 100vw, 844px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<figcaption class=\"widget-image-caption wp-caption-text\">Figura 1. Detec\u00e7\u00e3o do v\u00edrus Oropouche, e suas variantes, em humanos, outros hospedeiros vertebrados, Ceratopogonidae e culic\u00eddeos, desde 1950 at\u00e9 junho de 2023. Fonte: Wesselmann et al. (2024). Modificado.<\/figcaption>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"has_eae_slider elementor-element elementor-element-4b3edf0 e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-parent\" data-eae-slider=\"60607\" data-id=\"4b3edf0\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-481b2a8 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"481b2a8\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div data-breakout=\"normal\"><div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-niegx458\" class=\"DFnp0 WloJR nsGWt _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8\"><strong>Problem\u00e1ticas e desafios<\/strong><\/span><\/p><\/div><div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-apwek496\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8 SLuLS\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 A Febre Oropouche \u00e9 dificilmente diagnosticada clinicamente, pois seus sintomas (febre, dor de cabe\u00e7a, dores musculares e dores nas articula\u00e7\u00f5es) s\u00e3o similares aos de outras doen\u00e7as causadas por arboviroses, como a dengue. A maioria dos casos \u00e9 identificada por meio de exames laboratoriais (<a class=\"GKQb5 _9HA3o\" href=\"https:\/\/www.ecologiaesaude.com\/post\/arboviroses-emergentes-na-am%C3%A9rica-latina-febre-oropouche-e-febre-do-mayaro\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-hook=\"web-link\"><u>falamos um pouquinho sobre isso em outra publica\u00e7\u00e3o aqui do portal, voc\u00ea pode ler clicando aqui<\/u><\/a>). A grande quest\u00e3o \u00e9 a necessidade da cria\u00e7\u00e3o de testes r\u00e1pidos para a detec\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a [10], j\u00e1 que a aus\u00eancia de um sintoma espec\u00edfico que a identifique e a dificuldade do acesso \u00e0 exames laboratoriais causa a subnotifica\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a, com seus casos comumente sendo diagnosticados como outras enfermidades ou identificados apenas posteriormente atrav\u00e9s de estudos moleculares [10].<\/span><\/p><\/div><div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-pla11498\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8 SLuLS\"> \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Al\u00e9m disso, o ciclo epidemiol\u00f3gico do OROV n\u00e3o \u00e9 totalmente compreendido, especialmente fora dos ambientes urbanos. Os humanos s\u00e3o os principais hospedeiros em \u00e1reas urbanas, enquanto no contexto silvestre ainda n\u00e3o est\u00e1 claro qual \u00e9 o hospedeiro definitivo, com o OROV e anticorpos de OROV tendo sido encontrados em aves silvestres, pregui\u00e7as, primatas e roedores, como demonstrado na figura 1. Atualmente, n\u00e3o existem tratamentos antivirais eficazes contra a Febre Oropouche, e nenhuma vacina est\u00e1 dispon\u00edvel [9, 10]. No entanto, vacinas para outros v\u00edrus do g\u00eanero Orthobunyavirus podem orientar o desenvolvimento de uma vacina contra o OROV.<\/span><\/p><\/div><div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-mdaw9587\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8 SLuLS\"> \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 O aumento das enfermidades geradas por arboviroses est\u00e1 ligado ao aquecimento global, que torna novas \u00e1reas aptas ao desenvolvimento de vetores, e \u00e0 expans\u00e3o humana em \u00e1reas desflorestadas (<a class=\"GKQb5 _9HA3o\" href=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/CscQp9SxJZ6\/?img_index=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-hook=\"web-link\"><u>como explicamos aqui<\/u><\/a>). As lacunas no conhecimento sobre a Febre Oropouche e o Oropouche v\u00edrus apresentam um cen\u00e1rio preocupante, especialmente considerando os recentes surtos no Brasil e no mundo.<\/span><\/p><\/div><\/div>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"has_eae_slider elementor-element elementor-element-f1515f9 e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-parent\" data-eae-slider=\"57786\" data-id=\"f1515f9\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-d487d21 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"d487d21\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<figure class=\"wp-caption\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"542\" src=\"https:\/\/divulga.unila.edu.br\/ecologiaemrede\/wp-content\/uploads\/sites\/66\/2026\/01\/bcf6a4_becd26bdddac43dbb9c159b8cb7b7404mv2-1024x542.webp\" class=\"attachment-large size-large wp-image-2532\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/divulga.unila.edu.br\/ecologiaemrede\/wp-content\/uploads\/sites\/66\/2026\/01\/bcf6a4_becd26bdddac43dbb9c159b8cb7b7404mv2-1024x542.webp 1024w, https:\/\/divulga.unila.edu.br\/ecologiaemrede\/wp-content\/uploads\/sites\/66\/2026\/01\/bcf6a4_becd26bdddac43dbb9c159b8cb7b7404mv2-300x159.webp 300w, https:\/\/divulga.unila.edu.br\/ecologiaemrede\/wp-content\/uploads\/sites\/66\/2026\/01\/bcf6a4_becd26bdddac43dbb9c159b8cb7b7404mv2-768x407.webp 768w, https:\/\/divulga.unila.edu.br\/ecologiaemrede\/wp-content\/uploads\/sites\/66\/2026\/01\/bcf6a4_becd26bdddac43dbb9c159b8cb7b7404mv2-1536x814.webp 1536w, https:\/\/divulga.unila.edu.br\/ecologiaemrede\/wp-content\/uploads\/sites\/66\/2026\/01\/bcf6a4_becd26bdddac43dbb9c159b8cb7b7404mv2-205x109.webp 205w, https:\/\/divulga.unila.edu.br\/ecologiaemrede\/wp-content\/uploads\/sites\/66\/2026\/01\/bcf6a4_becd26bdddac43dbb9c159b8cb7b7404mv2-480x254.webp 480w, https:\/\/divulga.unila.edu.br\/ecologiaemrede\/wp-content\/uploads\/sites\/66\/2026\/01\/bcf6a4_becd26bdddac43dbb9c159b8cb7b7404mv2.webp 1733w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<figcaption class=\"widget-image-caption wp-caption-text\">Figura 2. O surto de OROV de 2024 no Brasil. (a) Mapa do Brasil mostrando os casos acumulados por estado de janeiro de 2024 a julho de 2024. (b) N\u00famero de casos confirmados positivos para OROV por semana epidemiol\u00f3gica, abrangendo de janeiro de 2024 a julho de 2024. Fonte: Tilston-Lunel (2024). Modificado. <\/figcaption>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"has_eae_slider elementor-element elementor-element-e62f58f e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-parent\" data-eae-slider=\"19284\" data-id=\"e62f58f\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-b4b0e02 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"b4b0e02\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div data-breakout=\"normal\"><div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-niegx458\" class=\"DFnp0 WloJR nsGWt _6qLM3\" dir=\"auto\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 A situa\u00e7\u00e3o atual demanda mais informa\u00e7\u00f5es, vigil\u00e2ncia epidemiol\u00f3gica aprimorada e o desenvolvimento de t\u00e9cnicas para identifica\u00e7\u00e3o de casos. \u00c9 fundamental que esse v\u00edrus seja monitorado pelos servi\u00e7os de sa\u00fade, sendo reconhecido como mais um pat\u00f3geno que requer diagn\u00f3stico diferencial preciso para ser reconhecido. Em um mundo onde uma infinidade de pessoas s\u00e3o afetadas diariamente por enfermidades causadas por arboviroses, a falta de informa\u00e7\u00f5es faz com que a Febre Oropouche seja uma nova grande preocupa\u00e7\u00e3o a ser enfrentada.<\/p><\/div><\/div>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"has_eae_slider elementor-element elementor-element-320099c e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-parent\" data-eae-slider=\"45211\" data-id=\"320099c\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-536d5ff elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"536d5ff\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>_________________________________________________________________________________<\/p><div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-idk9z908\" class=\"DFnp0 WloJR nsGWt _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Por <em>Isabela Gon\u00e7alves Dias Pereira <\/em>e<em> Carlos Eduardo Villar<\/em><\/span><\/p><\/div>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"has_eae_slider elementor-element elementor-element-c3fd1a5 e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-parent\" data-eae-slider=\"10398\" data-id=\"c3fd1a5\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-ec9e5de elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"ec9e5de\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div data-breakout=\"normal\"><h3 id=\"viewer-viewer-0tj3f461\" class=\"AQ4-j AYDy0 nsGWt _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"qKwSW\"><strong>REFER\u00caNCIAS BIBLIOGR\u00c1FICAS<\/strong><\/span><\/h3><\/div><div data-breakout=\"normal\"><ol class=\"Dphjj nsGWt\"><li class=\"nsLwz\" dir=\"auto\"><p id=\"viewer-dnpyt915\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"\"><span class=\"akGp8 SLuLS\">ALVES, Ravenna. <strong>Ap\u00f3s mortes confirmadas no Brasil, surto do oropouche atinge a Europa<\/strong>. 2024. Dispon\u00edvel em: <a class=\"GKQb5 _9HA3o\" href=\"https:\/\/www.metropoles.com\/saude\/brasil-surto-oropouche-atinge-a-europa\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-hook=\"web-link\">https:\/\/www.metropoles.com\/saude\/brasil-surto-oropouche-atinge-a-europa<\/a>. Acesso em: 21 out. 2024.<\/span><\/p><\/li><\/ol><\/div><div data-breakout=\"normal\"><ol class=\"Dphjj nsGWt\" start=\"2\"><li class=\"nsLwz\" dir=\"auto\"><p id=\"viewer-tdhv9924\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"\"><span class=\"akGp8 SLuLS\">CULEX quinquefasciatus. 2022. Dispon\u00edvel em: <a class=\"GKQb5 _9HA3o\" href=\"https:\/\/www.invivo.fiocruz.br\/saude\/culex-quinquefasciatus\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-hook=\"web-link\">https:\/\/www.invivo.fiocruz.br\/saude\/culex-quinquefasciatus\/<\/a>. Acesso em: 21 out. 2024.<\/span><\/p><\/li><\/ol><\/div><div data-breakout=\"normal\"><ol class=\"Dphjj nsGWt\" start=\"3\"><li class=\"nsLwz\" dir=\"auto\"><p id=\"viewer-pox79931\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"\"><span class=\"akGp8 SLuLS\">ECOLOGIA E SA\u00daDE. <strong>Que fatores contribuem para os surtos de arboviroses?. <\/strong><em>[S.l.]. <\/em>19 mai. 2023. Instagram: @ecologiaesaude. Dispon\u00edvel em: <a class=\"GKQb5 _9HA3o\" href=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/CscQp9SxJZ6\/?img_index=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-hook=\"web-link\">https:\/\/www.instagram.com\/p\/CscQp9SxJZ6\/?img_index=1<\/a>. Acesso em: 20 out. 2024.<\/span><\/p><\/li><\/ol><\/div><div data-breakout=\"normal\"><ol class=\"Dphjj nsGWt\" start=\"4\"><li class=\"nsLwz\" dir=\"auto\"><p id=\"viewer-tgut9941\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"\"><span class=\"akGp8 SLuLS\">MENDON\u00c7A, Silvana F. de <em>et al<\/em>. Evaluation of Aedes aegypti, Aedes albopictus, and Culex quinquefasciatus Mosquitoes Competence to Oropouche virus Infection. <strong>Viruses<\/strong>, [S.L.], v. 13, n. 5, p. 755, 25 abr. 2021. MDPI AG. <a class=\"GKQb5 _9HA3o\" href=\"http:\/\/dx.doi.org\/10.3390\/v13050755\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-hook=\"web-link\">http:\/\/dx.doi.org\/10.3390\/v13050755<\/a>.<\/span><\/p><\/li><\/ol><\/div><div data-breakout=\"normal\"><ol class=\"Dphjj nsGWt\" start=\"5\"><li class=\"nsLwz\" dir=\"auto\"><p id=\"viewer-lk78g952\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"\"><span class=\"akGp8 SLuLS\">MENEZES, Ma\u00edra. <strong>Especialistas detalham caracter\u00edsticas do &#8216;Culicoides paraensis&#8217;, o mosquito-p\u00f3lvora<\/strong>. 2024. Dispon\u00edvel em: <a class=\"GKQb5 _9HA3o\" href=\"https:\/\/portal.fiocruz.br\/noticia\/2024\/08\/especialistas-detalham-caracteristicas-do-culicoides-paraensis-o-mosquito-polvora\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-hook=\"web-link\">https:\/\/portal.fiocruz.br\/noticia\/2024\/08\/especialistas-detalham-caracteristicas-do-culicoides-paraensis-o-mosquito-polvora<\/a>. Acesso em: 20 out. 2024.<\/span><\/p><\/li><\/ol><\/div><div data-breakout=\"normal\"><ol class=\"Dphjj nsGWt\" start=\"6\"><li class=\"nsLwz\" dir=\"auto\"><p id=\"viewer-0rb2r961\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"\"><span class=\"akGp8 SLuLS\">MINIST\u00c9RIO da Sa\u00fade confirma dois \u00f3bitos por oropouche no pa\u00eds. 2024. Dispon\u00edvel em: <a class=\"GKQb5 _9HA3o\" href=\"https:\/\/www.gov.br\/saude\/pt-br\/canais-de-atendimento\/sala-de-imprensa\/notas-a-imprensa\/2024\/ministerio-da-saude-confirma-dois-obitos-por-oropouche-no-pais\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-hook=\"web-link\">https:\/\/www.gov.br\/saude\/pt-br\/canais-de-atendimento\/sala-de-imprensa\/notas-a-imprensa\/2024\/ministerio-da-saude-confirma-dois-obitos-por-oropouche-no-pais<\/a>. Acesso em: 21 out. 2024.<\/span><\/p><\/li><\/ol><\/div><div data-breakout=\"normal\"><ol class=\"Dphjj nsGWt\" start=\"7\"><li class=\"nsLwz\" dir=\"auto\"><p id=\"viewer-85rlz968\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"\"><span class=\"akGp8 SLuLS\">RODRIGUES, Bruna; BRUNETTO, Nathalia. <strong>Arboviroses Emergentes na Am\u00e9rica Latina: Febre Oropouche e Febre do Mayaro<\/strong>. 2023. Dispon\u00edvel em: <a class=\"GKQb5 _9HA3o\" href=\"https:\/\/www.ecologiaesaude.com\/post\/arboviroses-emergentes-na-am%C3%A9rica-latina-febre-oropouche-e-febre-do-mayaro\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-hook=\"web-link\">https:\/\/www.ecologiaesaude.com\/post\/arboviroses-emergentes-na-am%C3%A9rica-latina-febre-oropouche-e-febre-do-mayaro<\/a>. Acesso em: 20 out. 2024.<\/span><\/p><\/li><\/ol><\/div><div data-breakout=\"normal\"><ol class=\"Dphjj nsGWt\" start=\"8\"><li class=\"nsLwz\" dir=\"auto\"><p id=\"viewer-v6qz1977\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"\"><span class=\"akGp8 SLuLS\">SULIMAN, Adela. <strong>What to know about \u2018sloth fever\u2019 as U.S., Europe warn of imported cases<\/strong>. 2024. Dispon\u00edvel em: <a class=\"GKQb5 _9HA3o\" href=\"https:\/\/www.washingtonpost.com\/health\/2024\/08\/28\/sloth-fever-oropouche-virus-symptoms-treatments-what-to-know\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-hook=\"web-link\">https:\/\/www.washingtonpost.com\/health\/2024\/08\/28\/sloth-fever-oropouche-virus-symptoms-treatments-what-to-know\/<\/a>. Acesso em: 21 out. 2024.<\/span><\/p><\/li><\/ol><\/div><div data-breakout=\"normal\"><ol class=\"Dphjj nsGWt\" start=\"9\"><li class=\"nsLwz\" dir=\"auto\"><p id=\"viewer-df4bx986\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"\"><span class=\"akGp8 SLuLS\">TILSTON-LUNEL, Natasha L.. Oropouche Virus: an emerging orthobunyavirus. <strong>Journal Of General Virology<\/strong>, [S.L.], v. 105, n. 10, p. 1-14, 1 out. 2024. Microbiology Society. <a class=\"GKQb5 _9HA3o\" href=\"http:\/\/dx.doi.org\/10.1099\/jgv.0.002027\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-hook=\"web-link\">http:\/\/dx.doi.org\/10.1099\/jgv.0.002027<\/a>.<\/span><\/p><\/li><\/ol><\/div><div data-breakout=\"normal\"><ol class=\"Dphjj nsGWt\" start=\"10\"><li class=\"nsLwz\" dir=\"auto\"><p id=\"viewer-1x62a995\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"\"><span class=\"akGp8 SLuLS\">WESSELMANN, Konrad M <em>et al<\/em>. Emergence of Oropouche fever in Latin America: a narrative review. <strong>The Lancet Infectious Diseases<\/strong>, [S.L.], v. 24, n. 7, p. 439-452, jul. 2024. Elsevier BV. <a class=\"GKQb5 _9HA3o\" href=\"http:\/\/dx.doi.org\/10.1016\/s1473-3099(23)00740-5\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-hook=\"web-link\">http:\/\/dx.doi.org\/10.1016\/s1473-3099(23)00740-5<\/a>.<\/span><\/p><\/li><\/ol><\/div><div data-breakout=\"normal\"><ol class=\"Dphjj nsGWt\" start=\"11\"><li class=\"nsLwz\" dir=\"auto\"><p id=\"viewer-7l4d61006\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"\"><span class=\"akGp8 SLuLS\">ZHANG, Yuli <em>et al<\/em>. Oropouche virus: a neglected global arboviral threat. <strong>Virus Research<\/strong>, [S.L.], v. 341, n. 199318, p. 1-8, mar. 2024. Elsevier BV. <a class=\"GKQb5 _9HA3o\" href=\"http:\/\/dx.doi.org\/10.1016\/j.virusres.2024.199318\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-hook=\"web-link\">http:\/\/dx.doi.org\/10.1016\/j.virusres.2024.199318<\/a>.<\/span><\/p><\/li><\/ol><\/div>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Febre Oropouche \u00e9 uma enfermidade causada pelo Oropouche v\u00edrus (OROV), pertencente ao g\u00eanero Orthobunyavirus [11]. Considerada emergente na Am\u00e9rica Latina, a doen\u00e7a era end\u00eamica at\u00e9 o ano de 2023, com registros restritos aos pa\u00edses Trindade e Tobago, Brasil, Panam\u00e1, Peru, Equador, Bol\u00edvia, Venezuela, Haiti, Col\u00f4mbia, Guiana Francesa e Cuba.<\/p>\n","protected":false},"author":183,"featured_media":2529,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"elementor_theme","format":"standard","meta":{"_uag_custom_page_level_css":"","site-container-style":"default","site-container-layout":"default","site-sidebar-layout":"default","disable-article-header":"default","disable-site-header":"default","disable-site-footer":"default","disable-content-area-spacing":"default","_themeisle_gutenberg_block_has_review":false,"footnotes":""},"categories":[38],"tags":[],"class_list":["post-2526","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-acervo-de-publicacoes"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.6 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>As problem\u00e1ticas e os desafios da neglig\u00eancia \u00e0 Febre Oropouche -<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/divulga.unila.edu.br\/ecologiaemrede\/2026\/01\/30\/as-problematicas-e-os-desafios-da-negligencia-a-febre-oropouche\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"As problem\u00e1ticas e os desafios da neglig\u00eancia \u00e0 Febre Oropouche -\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"A Febre Oropouche \u00e9 uma enfermidade causada pelo Oropouche v\u00edrus (OROV), pertencente ao g\u00eanero Orthobunyavirus [11]. 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