{"id":2498,"date":"2026-01-30T17:12:19","date_gmt":"2026-01-30T20:12:19","guid":{"rendered":"https:\/\/divulga.unila.edu.br\/ecologiaesaude\/?p=2498"},"modified":"2026-03-21T21:59:54","modified_gmt":"2026-03-22T00:59:54","slug":"como-desafiamos-as-arboviroses-ao-longo-do-tempo-descubra-a-fascinante-historia-das-vacinas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/divulga.unila.edu.br\/ecologiaemrede\/2026\/01\/30\/como-desafiamos-as-arboviroses-ao-longo-do-tempo-descubra-a-fascinante-historia-das-vacinas\/","title":{"rendered":"Como desafiamos as Arboviroses ao longo do tempo? Descubra a fascinante hist\u00f3ria das Vacinas!"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"2498\" class=\"elementor elementor-2498\">\n\t\t\t\t<div class=\"has_eae_slider elementor-element elementor-element-5a2c6d1 e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-parent\" data-eae-slider=\"90771\" data-id=\"5a2c6d1\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t<div class=\"has_eae_slider elementor-element elementor-element-0e9be0f e-con-full e-flex wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-child\" data-eae-slider=\"53817\" data-id=\"0e9be0f\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-b61f7b2 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"b61f7b2\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"395\" height=\"297\" src=\"https:\/\/divulga.unila.edu.br\/ecologiaemrede\/wp-content\/uploads\/sites\/66\/2026\/01\/bcf6a4_2613f9235ea440bbbcf8656abf86fdd3mv2.avif\" class=\"attachment-large size-large wp-image-2501\" alt=\"\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"has_eae_slider elementor-element elementor-element-6b215e3 e-con-full e-flex wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-child\" data-eae-slider=\"50681\" data-id=\"6b215e3\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-0d72b58 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"0d72b58\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 O desenvolvimento de vacinas contra arboviroses, doen\u00e7as causadas por arbov\u00edrus transmitidos por artr\u00f3podes, como mosquitos do g\u00eanero <em>Aedes<\/em>, \u00e9 uma \u00e1rea relevante de pesquisa, visto que as arboviroses ainda s\u00e3o consideradas um grande desafio para a sa\u00fade p\u00fablica, tanto no Brasil como no mundo. Alguns exemplos s\u00e3o a dengue, a febre amarela, o v\u00edrus Zika e a Chikungunya.<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"has_eae_slider elementor-element elementor-element-4695fdb e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-parent\" data-eae-slider=\"63702\" data-id=\"4695fdb\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-457fd2c elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"457fd2c\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-411wv5\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8 SLuLS\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00c9 importante destacar que cada vacina \u00e9 \u00fanica e espec\u00edfica para cada doen\u00e7a. Existem processos de desenvolvimento espec\u00edficos para cada arbov\u00edrus. A efici\u00eancia dos imunizantes contra arboviroses tem sido vari\u00e1vel ao longo do tempo devido \u00e0s diferen\u00e7as entre os v\u00edrus. Algumas arboviroses, como a febre amarela, mostraram um hist\u00f3rico de sucesso no desenvolvimento de vacinas. No entanto, para os v\u00edrus da dengue, zika e chikungunya, o processo tem sido mais desafiador devido a complexidades espec\u00edficas, como m\u00faltiplos sorotipos dos v\u00edrus e quest\u00f5es de seguran\u00e7a para aplica\u00e7\u00e3o de imunizantes em mulheres gr\u00e1vidas, como acontece com a zika.\u00a0<\/span><\/p><\/div><div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-gr2z67\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8 SLuLS\"> \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Um exemplo de processo consolidado de desenvolvimento de vacinas \u00e9 para a febre amarela. J\u00e1 na d\u00e9cada de 1930, houve a descoberta da forma de transmiss\u00e3o da febre amarela, e ao longo dessa d\u00e9cada, v\u00e1rias vacinas foram desenvolvidas. O v\u00edrus da febre amarela tem uma estrutura relativamente est\u00e1vel, tornando-o um alvo mais acess\u00edvel para a cria\u00e7\u00e3o de uma vacina eficaz. Al\u00e9m disso, \u00e9 uma doen\u00e7a com hist\u00f3ria de surtos que levaram a campanhas de vacina\u00e7\u00e3o em massa em \u00e1reas end\u00eamicas. Isso ajudou a controlar a dissemina\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a e a aumentar a efic\u00e1cia da vacina. A vacina\u00e7\u00e3o em larga escala e o controle da propaga\u00e7\u00e3o dos v\u00edrus diminuem as chances de muta\u00e7\u00f5es, preservando assim a efic\u00e1cia da vacina. Muta\u00e7\u00f5es frequentes nos v\u00edrus podem levar ao desenvolvimento de variantes que escapam da imunidade da vacina. At\u00e9 hoje, a vacina desenvolvida em 1937, conhecida como 17DD, mostra-se segura, acess\u00edvel e proporciona imunidade por um per\u00edodo de pelo menos 10 anos com apenas uma dose.\u00a0<\/span><\/p><\/div><div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-u7tvp9\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8 SLuLS\"> \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0A vacina da febre amarela \u00e9 um exemplo de vacina viva ou atenuada, ou seja, que cont\u00e9m os v\u00edrus atenuados, enfraquecidos mas que ainda podem estimular uma resposta imunol\u00f3gica forte. No Brasil, a imuniza\u00e7\u00e3o \u00e9 realizada com uma vacina atenuada chamada VFA, produzida nacionalmente pela Bio-Manguinhos\/FIOCRUZ com a mesma tecnologia desde 1937. Esta vacina \u00e9 segura, certificada pela Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (ANVISA) e \u00e9 a mais eficaz para prevenir e controlar a doen\u00e7a.<\/span><\/p><\/div><div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-52y5c12\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8 SLuLS\"> \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Com o aumento de casos de febre amarela no ano 2017 nas cidades brasileiras, o Programa Nacional de Imuniza\u00e7\u00f5es (PNI) passou a indicar a dose \u00fanica da vacina contra a febre amarela para toda a popula\u00e7\u00e3o dos munic\u00edpios onde a doen\u00e7a havia sido registrada. A ado\u00e7\u00e3o de dose \u00fanica atende as orienta\u00e7\u00f5es da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS). Hoje a imuniza\u00e7\u00e3o no Brasil \u00e9 obrigat\u00f3ria apenas em cidades com maior incid\u00eancia da doen\u00e7a. No entanto, a vacina antiamar\u00edlica faz parte do calend\u00e1rio nacional de vacina\u00e7\u00e3o e se torna obrigat\u00f3ria durante surtos ou quando h\u00e1 novos casos. A r\u00e1pida imuniza\u00e7\u00e3o desempenha um papel crucial na conten\u00e7\u00e3o de surtos.<\/span><\/p><\/div><div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-qnp6s15\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8 SLuLS\"> \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Vacinas contra outras arboviroses como a dengue, zika e a chikungunya possuem um caminho de desenvolvimento mais longo e\/ou tortuoso. S\u00f3 o v\u00edrus da dengue apresenta quatro sorotipos, conhecidos como DENV1, DENV2, DENV3 e DENV4. Assim, as pessoas podem adquirir a doen\u00e7a at\u00e9 quatro vezes, com risco crescente de gravidade. O n\u00famero de sorotipos torna mais complexo o desenvolvimento de uma vacina eficaz.<\/span><\/p><\/div><div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-i83s318\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8 SLuLS\"> \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0O desenvolvimento de vacinas envolve v\u00e1rias etapas rigorosas para garantir sua seguran\u00e7a e efic\u00e1cia. Primeiro, s\u00e3o realizados testes pr\u00e9-cl\u00ednicos em laborat\u00f3rios e animais. Em seguida, a vacina passa por tr\u00eas fases de testes em volunt\u00e1rios humanos, aumentando gradualmente o n\u00famero de participantes para avaliar sua efic\u00e1cia. Na Fase 1, a vacina \u00e9 testada em um pequeno grupo (20-100 pessoas), e s\u00e3o avaliadas seguran\u00e7a e dosagem. A Fase 2 expande a testagem a um n\u00famero maior de pessoas (70-200) para garantir uma maior diversidade gen\u00e9tica, visto que tratamentos podem ter efic\u00e1cia e seguran\u00e7a variadas em distintas pessoas. Finalmente, a Fase 3 envolve um grande grupo de pessoas (300-3000) para confirmar seguran\u00e7a e efic\u00e1cia em condi\u00e7\u00f5es reais. Ap\u00f3s essas fases, ag\u00eancias reguladoras, como a FDA (<em>Food and Drug Administration,<\/em>\u00a0ou Administra\u00e7\u00e3o de Alimentos e Medicamentos, em portugu\u00eas) nos Estados Unidos, a EMA (<em>European Medicines Agency,<\/em> ou Ag\u00eancia Europeia de Medicamentos) na Europa, e ANVISA no Brasil, revisam minuciosamente os dados dos ensaios cl\u00ednicos antes de aprovar a vacina. Uma vez aprovada, a vacina \u00e9 produzida em larga escala e distribu\u00edda \u00e0 popula\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/span><\/p><\/div><div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-f4msv24\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8 SLuLS\"> \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Para a Dengue, existem quatro principais candidatas a vacinas: CYD-TDV (Dengvaxia), TAK-003, TV003\/TV005 e Qdenga, todas vacinas atenuadas. Dessas, uma \u00e9 desenvolvida por institui\u00e7\u00f5es de pesquisa brasileiras, como o Butantan com colabora\u00e7\u00e3o da MERCK e NIAID fora do Brasil, enquanto as outras est\u00e3o sendo desenvolvidas por institui\u00e7\u00f5es estrangeiras. Algumas est\u00e3o em fase de testes e outras j\u00e1 est\u00e3o em uso. Entre elas, apenas tr\u00eas s\u00e3o tetravalentes, o que significa que abrangem os quatro sorotipos do v\u00edrus: a Dengvaxia, a Qdenga e a TAK-003.<\/span><\/p><\/div><div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-olb0f26\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8 SLuLS\"> \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Apenas duas das vacinas, Dengvaxia e Qdenga foram aprovadas para uso pela ANVISA no Brasil. Dengvaxia, desenvolvida pela empresa francesa Sanofi Pasteur, recebeu aprova\u00e7\u00e3o e licenciamento em 2015 em alguns pa\u00edses end\u00eamicos de dengue, embora ensaios de Fase 3 tenham revelado varia\u00e7\u00f5es na efic\u00e1cia relacionadas \u00e0 idade das pessoas imunizadas. Por outro lado, Qdenga, desenvolvida pela Takeda, a maior empresa farmac\u00eautica do Jap\u00e3o, \u00e9 a primeira vacina aprovada para uso no Brasil em uma faixa et\u00e1ria mais ampla, abrangendo pessoas com idades entre 4 e 60 anos. Al\u00e9m disso, ela foi avaliada pela EMA e oferece uma prote\u00e7\u00e3o eficaz contra a dengue. Uma distin\u00e7\u00e3o importante entre elas \u00e9 que Dengvaxia \u00e9 recomendada para pessoas que j\u00e1 tiveram dengue, enquanto Qdenga \u00e9 destinada \u00e0queles que nunca tiveram a doen\u00e7a. As outras duas vacinas ainda n\u00e3o est\u00e3o dispon\u00edveis para uso, pois se encontram na Fase 3 de testes.<\/span><\/p><\/div><div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-ixyna28\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8 SLuLS\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0J\u00e1 a zika, arbovirose causada pelo v\u00edrus Zika (ZIKV), isolado pela primeira vez na \u00c1frica em 1947 e detectado pela primeira vez em humanos em 1952, o qual poder\u00e1 encontrar maiores informa\u00e7\u00f5es em nosso <a class=\"GKQb5 _9HA3o\" href=\"https:\/\/www.ecologiaesaude.com\/post\/zika-uma-velha-conhecida\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-hook=\"web-link\"><u>post<\/u><\/a>, \u00e9 classificada como uma das doen\u00e7as tropicais negligenciadas pela OMS e, mesmo assim,\u00a0 ainda carece de vacinas licenciadas para sua preven\u00e7\u00e3o. Apesar da redu\u00e7\u00e3o global de casos ap\u00f3s 2017, \u00e9 importante relembrar o surto ocorrido em 2015-2016 no Brasil, que elevou o n\u00famero de mortes precoces no pa\u00eds, associadas a dist\u00farbios neurol\u00f3gicos graves em infantes. <\/span><\/p><\/div>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"has_eae_slider elementor-element elementor-element-2f2f3c4 e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-parent\" data-eae-slider=\"40120\" data-id=\"2f2f3c4\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a9f2172 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"a9f2172\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-411wv5\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"auto\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Contra a zika h\u00e1 atualmente diversas vacinas candidatas. Entre elas, encontram-se:<\/p><\/div><div data-breakout=\"normal\"><div data-breakout=\"normal\"><ol class=\"Dphjj nsGWt\"><li class=\"nsLwz\" dir=\"auto\"><p id=\"viewer-bga756100\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"\"><span class=\"akGp8 SLuLS\">Vacinas de DNA (feitas a partir de um trecho do material gen\u00e9tico do agente infeccioso montado em um tipo de DNA circular chamado de plasm\u00eddeo, que ent\u00e3o ser\u00e1 integrado ao hospedeiro).<\/span><\/p><\/li><li class=\"nsLwz\" dir=\"auto\"><p id=\"viewer-bve9n6623\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"\"><span class=\"akGp8 SLuLS\">Vacinas de vetores virais (que utilizam o DNA modificado do vetor para carregar uma \u201cmensagem\u201d at\u00e9 dentro de nossas c\u00e9lulas sem causar patogenicidade).<\/span><\/p><\/li><li class=\"nsLwz\" dir=\"auto\"><p id=\"viewer-viiri6701\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"\"><span class=\"akGp8 SLuLS\"> Vacinas de v\u00edrus atenuado (cont\u00e9m o microrganismo vivo, por\u00e9m \u00e9 enfraquecido e n\u00e3o tem a capacidade de causar a doen\u00e7a, apenas de se multiplicar).<\/span><\/p><\/li><li class=\"nsLwz\" dir=\"auto\"><p id=\"viewer-hdugy6780\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"\"><span class=\"akGp8 SLuLS\"> Vacinas de v\u00edrus inativos (na qual utiliza-se o microrganismo morto, e que portanto tamb\u00e9m n\u00e3o causam doen\u00e7a e nem s\u00e3o capazes de se multiplicar).<\/span><\/p><\/li><\/ol><\/div><div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-vioyn9661\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8 SLuLS\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Algumas delas foram\u00a0 testadas em animais modelo e passaram por ensaios cl\u00ednicos de fase\u00a0 1 em pequena escala. Entre elas algumas progrediram concluindo os ensaios cl\u00ednicos de Fase 1 ou Fase 2 e produzindo resultados encorajadores, demonstrando seguran\u00e7a, efic\u00e1cia e toler\u00e2ncia em volunt\u00e1rios adultos saud\u00e1veis. Mesmo assim, para dar continuidade ao desenvolvimento e aprimoramento dessas vacinas, \u00e9 necess\u00e1rio o in\u00edcio de ensaios de Fase 3.<\/span><\/p><\/div><\/div>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"has_eae_slider elementor-element elementor-element-06a258f e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-parent\" data-eae-slider=\"85161\" data-id=\"06a258f\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-d1af7e3 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"d1af7e3\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-w2m6l32\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8 SLuLS\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0No caso da Chikungunya (CHIKV), os esfor\u00e7os para desenvolver uma vacina tiveram in\u00edcio na d\u00e9cada de 1960. Por\u00e9m, at\u00e9 o ano passado n\u00e3o havia m\u00e9todo espec\u00edfico de imuniza\u00e7\u00e3o aprovado para combat\u00ea-la. No entanto, em 2023 uma vacina de v\u00edrus atenuado de dose \u00fanica contra a chikungunya, desenvolvida gra\u00e7as \u00e0 colabora\u00e7\u00e3o entre o Instituto Butantan e a Valneva, empresa de biotecnologia franco-austr\u00edaca, foi aprovada pela FDA, para ser aplicada apenas em maiores de 18 anos. \u00c9 o primeiro imunizante autorizado no mundo contra a doen\u00e7a. A avalia\u00e7\u00e3o da FDA levou em conta dados do ensaio cl\u00ednico de Fase 3 realizado nos EUA e publicados em junho pela revista The Lancet, mostrando a seguran\u00e7a e efic\u00e1cia da vacina na indu\u00e7\u00e3o de uma resposta imunol\u00f3gica em participantes da pesquisa. A previs\u00e3o \u00e9 que o Butantan solicite aprova\u00e7\u00e3o da Anvisa no primeiro semestre de 2024, que tamb\u00e9m conduz um estudo de Fase 3 no Brasil, desta vez em adolescentes. Os resultados podem ampliar a indica\u00e7\u00e3o da vacina para essa faixa et\u00e1ria.<\/span><\/p><\/div><div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-nmehx34\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8 SLuLS\"> \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Cabe destacar que as arboviroses afetam principalmente regi\u00f5es ou pa\u00edses no mundo com maior desigualdade social. Muitas delas inclusive, s\u00e3o consideradas doen\u00e7as negligenciadas, ou seja, causam surtos e implicam em desafios de sa\u00fade p\u00fablica que s\u00e3o restritos a certas regi\u00f5es, implicando inclusive em menos investimentos e pesquisas para o desenvolvimento de vacinas ou tratamentos diversos. Nesse sentido, \u00e9 crucial destacar o papel de institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas, como a FIOCRUZ e o BUTANTAN no desenvolvimento de tecnologias, entre elas as vacinas produzidas e testadas nacionalmente, que buscam respostas espec\u00edficas para problemas de sa\u00fade do nosso pa\u00eds.<\/span><\/p><\/div>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"has_eae_slider elementor-element elementor-element-6311f7e e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-parent\" data-eae-slider=\"92392\" data-id=\"6311f7e\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-674f97c elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"674f97c\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>_________________________________________________________________________________<\/p><div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-lw6z737\" class=\"DFnp0 WloJR S68N9 _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Por<em> Diana Molinas, Ingrid Camargo, Mayra Alejandra <\/em>e<em> Ana Alice Eleuterio<\/em><\/span><\/p><\/div>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"has_eae_slider elementor-element elementor-element-c30cb15 e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-equal-height-no e-con e-parent\" data-eae-slider=\"38966\" data-id=\"c30cb15\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-c1dd7a1 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"c1dd7a1\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div data-breakout=\"normal\"><h3 id=\"viewer-viewer-0tj3f461\" class=\"AQ4-j AYDy0 nsGWt _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"qKwSW\"><strong>REFER\u00caNCIAS BIBLIOGR\u00c1FICAS<\/strong><\/span><\/h3><\/div><div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-uer2944\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8 SLuLS\">ADAM, Awadalkareem; LEE, Christy; WANG, Tian. <strong>Rational Development of Live-Attenuated Zika Virus Vaccines<\/strong>. <em>Pathogens<\/em>, v. 12, n. 2, p. 194, 2023.<\/span><\/p><\/div><div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-y8s5u50\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8 SLuLS\">ANGELIN, M., SJ\u00d6LIN, J., KAHN, F., HEDBERG, A. L., ROSDAHL, A., SKORUP, P., ASKLING, H. H. Qdenga. A promising dengue fever vaccine; can it be recommended to non-immune travelers?. <strong><em>Travel Medicine and Infectious Disease<\/em><\/strong><strong>, <\/strong>102598, 2023.<\/span><\/p><\/div><div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-o0n9n56\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8 SLuLS\">BRASIL, Minist\u00e9rio da Sa\u00fade. Secretaria de Aten\u00e7\u00e3o \u00e0 Sa\u00fade. Febre amarela: guia para profissionais de sa\u00fade \/ Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, Secretaria de Aten\u00e7\u00e3o \u00e0 Sa\u00fade. \u2013 1. edi\u00e7\u00e3o, atual. \u2013 Bras\u00edlia: Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, 2018.<\/span><\/p><\/div><div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-zmql259\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8 SLuLS\">CRODA, J. Vacina contra chikungunya: uma esperan\u00e7a na luta contra essa arbovirose. Medscape, 1994. Dispon\u00edvel em: <a class=\"GKQb5 _9HA3o\" href=\"https:\/\/portugues.medscape.com\/verartigo\/6509725?form=fpf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-hook=\"web-link\"><u>https:\/\/portugues.medscape.com\/verartigo\/6509725?form=fpf<\/u><\/a>.<\/span><\/p><\/div><div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-n36dj63\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8 SLuLS\">Acesso em: 27 out. 2023.<\/span><\/p><\/div><div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-t7jg366\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8 SLuLS\">DE ARA\u00daJO, R. S. P., MONTENEGRO, G. L. B. A an\u00e1lise dos casos de dengue e zika na popula\u00e7\u00e3o brasileira: contribui\u00e7\u00f5es para a preven\u00e7\u00e3o de arboviroses no contexto da estrat\u00e9gia de sa\u00fade da fam\u00edlia. <strong><em>Livros da Editora Integrar<\/em><\/strong><strong>,<\/strong> 23-34, 2023.<\/span><\/p><\/div><div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-u8itv71\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8 SLuLS\">HIRT, E. R. Febre amarela no brasil e o desenvolvimento de novas vacinas. Curso: Ci\u00eancias Bil\u00f3gicas Bacharelado Centro Universit\u00e1rio Internacional Uninter polo: Rio Negro, Paran\u00e1 (2021).<\/span><\/p><\/div><div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-i1fgc73\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8 SLuLS\">KIMBERLY, A. D. et al. Rapid development of a DNA vaccine for Zika virus. <strong><em>Science<\/em><\/strong> v. 354 , p. 237-240, 2016.<\/span><\/p><\/div><div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-q9mw377\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8 SLuLS\">MENEZES, M. Nova pesquisa pode promover avan\u00e7os na vacina contra febre amarela. FIOCRUZ. 2016. <a class=\"GKQb5 _9HA3o\" href=\"https:\/\/portal.fiocruz.br\/noticia\/nova-pesquisa-pode-promoveravancos-na-vacina-contra-febre-amarela\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-hook=\"web-link\">https:\/\/portal.fiocruz.br\/noticia\/nova-pesquisa-pode-promoveravancos-na-vacina-contra-febre-amarela<\/a> &gt; Acesso em 27 out. 2023.<\/span><\/p><\/div><div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-oezql10708\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8 SLuLS\">NOGUEIRA, G. F. JULI\u00c3O, J. T., RAMOS, C. S., DELORENZI, J. C. M. O. B. Doen\u00e7as virais no Brasil: emerg\u00eancias reemerg\u00eancias. Cap\u00edtulo 3, Vacinas. <strong><em>Editora Appris<\/em><\/strong><em>,<\/em> 2021.<\/span><\/p><\/div><div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-q07fg84\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8 SLuLS\">PE\u00d1A, L. C., PAMPHILE, J. A., &amp; DOS SANTOS OLIVEIRA, J. A. A. Mosquito Aedes spp. vetor de importantes arboviroses: do controle cl\u00e1ssico ao biotecnol\u00f3gico, uma breve revis\u00e3o. <strong><em>Revista Valore<\/em><\/strong><strong>,<\/strong>\u00a0<em>7<\/em>, 2022.<\/span><\/p><\/div><div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-cvsgv91\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8 SLuLS\">POLAND, Gregory A. et al.<strong>\u00a0Development of vaccines against Zika virus<\/strong>. The Lancet Infectious Diseases, v. 18, n. 7, p. e211-e219, 2018.<\/span><\/p><\/div><div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-vd63795\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8 SLuLS\">TAVARES, Aline. <strong>Ag\u00eancia reguladora dos Estados Unidos aprova vacina contra chikungunya do Butantan e da Valneva.\u00a0 <\/strong>Portal do Butantan, 1997. Dispon\u00edvel em: <a class=\"GKQb5 _9HA3o\" href=\"https:\/\/butantan.gov.br\/noticias\/agencia-reguladora-dos-estados-unidos-aprova-vacina-contra-chikungunya-do-butantan-e-da-valneva\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-hook=\"web-link\"><u>https:\/\/butantan.gov.br\/noticias\/agencia-reguladora-dos-estados-unidos-aprova-vacina-contra-chikungunya-do-butantan-e-da-valneva<\/u><\/a>. Acesso em: 11 nov. 2023.<\/span><\/p><\/div><div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-05tuz101\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8 SLuLS\">WANG, Yuchen et al. <strong>Current Advances in Zika Vaccine Development<\/strong>. Vaccines, v. 10, n. 11, p. 1816, 2022.}<\/span><\/p><\/div><div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-4gupm105\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8 SLuLS\">WILDER-SMITH, A. Dengue vaccine development by the year 2020: challenges and prospects. <strong><em>Current Opinion in Virology<\/em><\/strong>, v. 43, p. 71-78, 2020.<\/span><\/p><\/div><div data-breakout=\"normal\"><p id=\"viewer-91f06109\" class=\"DFnp0 WloJR SLuLS _6qLM3\" dir=\"auto\"><span class=\"akGp8 SLuLS\">YEASMIN, Mahmuda et al.<strong>\u00a0Safety and immunogenicity of Zika virus vaccine: A systematic review of clinical trials<\/strong>. Reviews in Medical Virology, v. 33, n. 1, p. e2385, 2023.<\/span><\/p><\/div>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O desenvolvimento de vacinas contra arboviroses, doen\u00e7as causadas por arbov\u00edrus transmitidos por artr\u00f3podes, como mosquitos do g\u00eanero Aedes, \u00e9 uma \u00e1rea relevante de pesquisa, visto que as arboviroses ainda s\u00e3o consideradas um grande desafio para a sa\u00fade p\u00fablica, tanto no Brasil como no mundo. 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