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<oembed><version>1.0</version><provider_name>Ecologia em Rede</provider_name><provider_url>https://divulga.unila.edu.br/ecologiaemrede</provider_url><author_name>jv.santana.2019</author_name><author_url>https://divulga.unila.edu.br/ecologiaemrede/author/jvsantana2019/</author_url><title>Boletim Epidemiol&#xF3;gico - Ecologia em Rede</title><type>rich</type><width>600</width><height>338</height><html>&lt;blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="evV2LQxen5"&gt;&lt;a href="https://divulga.unila.edu.br/ecologiaemrede/boletim-epidemiologico/"&gt;Boletim Epidemiol&#xF3;gico&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;iframe sandbox="allow-scripts" security="restricted" src="https://divulga.unila.edu.br/ecologiaemrede/boletim-epidemiologico/embed/#?secret=evV2LQxen5" width="600" height="338" title="&#x201C;Boletim Epidemiol&#xF3;gico&#x201D; &#x2014; Ecologia em Rede" data-secret="evV2LQxen5" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" class="wp-embedded-content"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;script&gt;
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</html><description>Boletim Epidemiol&#xF3;gico 2024 &#x2013; 2025 Confira nosso texto elaborado a partir dos boletins epidemiol&#xF3;gicos de 2024 e 2025, sobre o monitoramento dos casos de doen&#xE7;as transmitidas pelo&#xA0;Aedes aegypti Por Diana Leticia Molinas e Jaciely Vieira Santana As informa&#xE7;&#xF5;es apresentadas neste texto sobre dengue, chikungunya e zika referem-se aos dados epidemiol&#xF3;gicos registrados entre janeiro e junho de 2024 (semanas epidemiol&#xF3;gicas (SE) 1 a 26, conforme o Boletim Epidemiol&#xF3;gico &#x2013; Vol. 55, n&#xBA; 11, do Minist&#xE9;rio da Sa&#xFA;de) e ao per&#xED;odo correspondente de 2025 (SE 1 a 23, segundo o Informe Semanal n&#xBA; 17 do Centro de Opera&#xE7;&#xF5;es de Emerg&#xEA;ncias em Sa&#xFA;de P&#xFA;blica para Dengue e Outras Arboviroses &#x2013; COE Dengue/MS). Para a zika, os dados de 2024 abrangem as SE 1 a 23, enquanto os de 2025 correspondem &#xE0;s SE 1 a 22, conforme os respectivos boletins oficiais. &#xA0; Assim, as compara&#xE7;&#xF5;es entre os anos respeitam os per&#xED;odos contemplados em cada publica&#xE7;&#xE3;o, considerando as semanas epidemiol&#xF3;gicas dispon&#xED;veis em cada boletim analisado. O levantamento a seguir apresenta a incid&#xEA;ncia dessas arboviroses no Brasil entre 2024 e 2025 e, complementarmente, descreve a distribui&#xE7;&#xE3;o espacial dos casos, indicando as regi&#xF5;es do pa&#xED;s mais afetadas. VOCABUL&#xC1;RIO&#x200B;&#x200B; &#x200B;&#x2022; Boletim epidemiol&#xF3;gico: Estudo da distribui&#xE7;&#xE3;o, frequ&#xEA;ncia e fatores determinantes das doen&#xE7;as existentes em popula&#xE7;&#xF5;es humanas definidas. &#x2022; V&#xED;rus: &#xC9; um agente infeccioso microsc&#xF3;pico que usa c&#xE9;lulas para se multiplicar. &#x2022; Arboviroses: Doen&#xE7;a causada por um v&#xED;rus transmitido por artr&#xF3;podes (insetos e aracn&#xED;deos). &#x2022; Dengue: &#xC9; uma doen&#xE7;a viral, transmitida por picadas do mosquito f&#xEA;mea do&#xA0;Aedes Aegypti,&#xA0;caracterizada por dores no corpo, febre, com manchas no corpo, entre outras. Dengue Entre os pa&#xED;ses das Am&#xE9;ricas, o Brasil &#xE9;, historicamente, o que registra a maior propor&#xE7;&#xE3;o de casos suspeitos de dengue. No primeiro semestre de 2024, o pa&#xED;s registrou um cen&#xE1;rio cr&#xED;tico de r&#xE1;pida dissemina&#xE7;&#xE3;o do v&#xED;rus. As regi&#xF5;es Sudeste, Sul e Centro-Oeste registraram os maiores coeficientes de incid&#xEA;ncia de dengue (Figura 1).&#xA0; No Sudeste, essa taxa de casos de dengue ultrapassou 4.700 casos por 100 mil habitantes, concentrando tamb&#xE9;m a maior parte dos &#xF3;bitos, com 2.247 mortes confirmadas (Figura 3 A-B). Entre as faixas et&#xE1;rias mais afetadas destacaram-se crian&#xE7;as de um ano de idade e adultos a partir dos 50 anos. A circula&#xE7;&#xE3;o simult&#xE2;nea dos quatro sorotipos do v&#xED;rus da dengue (DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4) representou um importante fator de preocupa&#xE7;&#xE3;o, por aumentar o risco de formas graves da doen&#xE7;a. VOCABUL&#xC1;RIO&#x200B;&#x200B; &#x200B;&#x2022; DENV: tipo de dengue por n&#xED;vel de gravidade dos sintomas, sendo 1 o mais leve e 4 o mais forte. &#x2022; Sorotipo: classifica&#xE7;&#xE3;o que a dengue recebe, neste caso, por n&#xED;vel de gravidade dos sintomas que as pessoas sofrem com a doen&#xE7;a. &#xA0; Figura 1. Curva epid&#xEA;mica do coeficiente de incid&#xEA;ncia (casos por 100 mil habitantes) de dengue por regi&#xE3;o geogr&#xE1;fica, segundo a semana epidemiol&#xF3;gica de in&#xED;cio dos sintomas, em 2024. No eixo x, temos as semanas epidemiol&#xF3;gicas, de 1 a 26 de 2024 (que correspondem ao per&#xED;odo de janeiro a junho), sendo relacionados ao coeficiente de incid&#xEA;ncia no eixo y. A curva que representa o Brasil, corresponde a m&#xE9;dia Nacional dos registros. Fonte: Minist&#xE9;rio da Sa&#xFA;de. Boletim Epidemiol&#xF3;gico (Vol. 55, n&#xBA; 11, de 04/07/2024). Em 2025, os dados dispon&#xED;veis at&#xE9; a SE 23 mostraram que, embora a dengue tenha permanecido presente, houve redu&#xE7;&#xE3;o nas notifica&#xE7;&#xF5;es de casos prov&#xE1;veis da doen&#xE7;a em rela&#xE7;&#xE3;o ao cen&#xE1;rio observado em 2024 (Figura 2 A-B). At&#xE9; a SE 23 de 2025, foram notificados 1.478.752 casos prov&#xE1;veis. Para fins de compara&#xE7;&#xE3;o, o boletim de 2024 registrou 6.215.201 casos prov&#xE1;veis entre as SE 1 e 26. Embora os boletins considerem per&#xED;odos epidemiol&#xF3;gicos distintos, observou-se redu&#xE7;&#xE3;o de 75,7% das notifica&#xE7;&#xF5;es de casos prov&#xE1;veis em 2025. &#xA0; Para entender o tamanho dessa melhora, observe os gr&#xE1;ficos na figura 2 A-B. A &#xE1;rea sombreada em cinza representa o canal end&#xEA;mico, ou seja, a faixa de incid&#xEA;ncia esperada com base na s&#xE9;rie hist&#xF3;rica. Em cada gr&#xE1;fico, a linha azul representa o coeficiente de incid&#xEA;ncia observado ao longo das semanas epidemiol&#xF3;gicas. Os gr&#xE1;ficos apresentam escalas diferentes no eixo vertical (y), aspecto que deve ser considerado durante a compara&#xE7;&#xE3;o visual. Em 2024 (Figura 2A), o coeficiente de incid&#xEA;ncia ultrapassou o limite superior do canal end&#xEA;mico durante diversas semanas, evidenciando a intensidade da epidemia registrada naquele per&#xED;odo. Em contraste, em 2025 (Figura 2B), o coeficiente de incid&#xEA;ncia permaneceu dentro ou muito pr&#xF3;ximo do canal end&#xEA;mico, indicando retorno ao comportamento epidemiol&#xF3;gico esperado. Ao final da SE 23, o coeficiente de incid&#xEA;ncia acumulado foi de 728,2 casos por 100 mil habitantes. Embora esse n&#xFA;mero ainda represente importante impacto para a sa&#xFA;de p&#xFA;blica, o cen&#xE1;rio observado foi significativamente mais brando do que o registrado em 2024. &#xA0; A regi&#xE3;o Sudeste permaneceu como a mais afetada em termos de mortalidade. At&#xE9; a SE 23 de 2025, a regi&#xE3;o concentrou 1.165 &#xF3;bitos confirmados (Figura 3 A-B). As faixas et&#xE1;rias que demandaram maior aten&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica mantiveram o mesmo perfil observado em 2024, com maior risco entre crian&#xE7;as de um ano e adultos com mais de 50 anos. Figura 2. Diagrama de controle da dengue segundo o coeficiente de incid&#xEA;ncia (casos prov&#xE1;veis por 100 mil habitantes) no Brasil, referente &#xE0;s semanas epidemiol&#xF3;gicas (SE) 1 a 26 de 2024 (A) e SE 1 a 23 de 2025 (B). O eixo vertical (eixo y) representa o coeficiente de incid&#xEA;ncia, enquanto o eixo horizontal (eixo x) mostra as semanas epidemiol&#xF3;gicas. Ressalta-se que os gr&#xE1;ficos apresentam escalas diferentes no eixo y, o que deve ser considerado na compara&#xE7;&#xE3;o visual entre os anos. Fonte: Gr&#xE1;fico adaptado do Minist&#xE9;rio da Sa&#xFA;de. Boletim Epidemiol&#xF3;gico, v. 55, n. 11, 2024; e Informe Semanal de Monitoramento de Dengue e outras Arboviroses, n. 17, 2025. Figura 3. Distribui&#xE7;&#xE3;o do coeficiente de incid&#xEA;ncia (casos por 100 mil habitantes) de dengue e &#xF3;bitos confirmados e em investiga&#xE7;&#xE3;o, segundo Unidade Federativa &#x2013; Brasil, SE 1 &#xE0; SE 26 de 2024 (A) e SE 1 &#xE0; SE 23 de 2025 (B). Fonte: Minist&#xE9;rio da Sa&#xFA;de. Dados extra&#xED;dos do Boletim Epidemiol&#xF3;gico e do Informe Semanal (Vol. Vol. 55, n&#xBA; 11, de 04/07/2024; n&#xBA; 17, de 17/06/2025). At&#xE9; o fechamento dos boletins</description><thumbnail_url>https://divulga.unila.edu.br/ecologiaemrede/wp-content/uploads/sites/66/2026/07/1-2024-figura-x.jpg</thumbnail_url><thumbnail_width>1854</thumbnail_width><thumbnail_height>977</thumbnail_height></oembed>
